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PSDB-AL
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Total de despesas retornadas pela fonte oficial para o periodo selecionado.
Camara/SenadoBaixa diversidade de fornecedores pode indicar ponto de revisão, sem indicar irregularidade por si so.
Camara/SenadoQuantidade de propostas/autorias retornadas pela fonte legislativa no periodo.
Camara/SenadoSinais estatisticos ou padroes de concentração calculados a partir das despesas oficiais.
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O rei Charles III durante um almoço com autoridades no Palácio de Buckingham. TOBY MELVILLE / POOL / AFP O rei Charles III pagou 12,9 milhões de libras em impostos no ano fiscal de 2024-2025, o equivalente a cerca de R$ 88,6 milhões. O valor representa um aumento em relação ao ano anterior, quando o monarca pagou 11,7 milhões de libras (aproximadamente R$ 80,3 milhões). Essa é a primeira vez que o pagamento de impostos pessoais do rei é divulgado. Segundo o Palácio de Buckingham, o valor pago por Charles III desde sua ascensão ao trono já ultrapassa os 30 milhões de libras (R$ 205,9 milhões), o que o coloca entre os 100 maiores contribuintes do Reino Unido. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Charles também pagou impostos sobre ganhos de capital relacionados à venda de ativos. A Coroa não detalhou, no entanto, como o imposto foi calculado. Embora a monarquia receba recursos de diversas fontes, o rei paga impostos apenas sobre sua renda pessoal — grande parte proveniente de propriedades privadas, como Balmoral, na Escócia, e Sandringham, na costa leste da Inglaterra, entre outros. (entenda mais abaixo) Agora no g1 Pela lei, o monarca britânico não é obrigado a pagar impostos — nem de renda, nem sobre ganhos de capital, nem sobre herança. A tradição, no entanto, mudou em 1993, quando a rainha Elizabeth II concordou em pagar voluntariamente o imposto de renda, em um momento em que a reputação da monarquia estava abalada, em meio a uma série de divórcios. Além da separação formal de Charles de sua primeira esposa, a falecida princesa Diana, também se separaram no mesmo período Andrew e Sarah Ferguson, assim como a princesa Anne e seu primeiro marido. O príncipe William, atual príncipe de Gales, também divulgou detalhes de seus impostos na quinta-feira. Ele pagou aproximadamente 7,8 milhões de libras (R$ 53,5 milhões) em impostos sobre renda e ganhos de capital no ano fiscal de 2024-2025, valor inferior aos 8,3 milhões de libras (R$ 57 milhões) pagos no ano anterior, segundo seu gabinete. Pela primeira vez, os números dão ao público uma ideia concreta da fortuna pessoal do rei, em contraste com castelos, joias e obras de arte associados ao cargo, mas que não pertencem ao monarca. De onde vem a fortuna do rei e da família real? Desde 1399, o monarca reinante recebe rendimentos do Ducado de Lancaster, uma propriedade de 16.960 hectares que inclui imóveis comerciais no centro de Londres e em outras cidades. Em março de 2026, o patrimônio líquido da propriedade foi avaliado em 687,3 milhões de libras (cerca de R$ 4,7 bilhões). O monarca em exercício não pode usar nenhum recurso proveniente da venda de suas terras, mas recebe o excedente da receita — que, foi de 25,2 milhões de libras (R$ 172,9 milhões) em 2025/2026. Os recursos recebidos são usados para manter suas residências particulares e para os rendimentos dos membros da família real que trabalham — e que, embora recebam uma residência oficial gratuita em troca do cumprimento de seus deveres, não têm permissão para obter rendimentos externos. Atualmente, essa lista inclui a irmã de Charles, a princesa Anne, seu irmão mais novo, o príncipe Edward, e sua esposa, o duque e a duquesa de Gloucester, o duque de Kent e a princesa Alexandra. O filho mais novo de Charles , o príncipe Harry, e seu irmão, Andrew Mountbatten-Windsor, embora ainda sejam membros da família real, não recebem dinheiro público, já que não exercem funções oficiais na realeza. Outras rendas privadas O rei também possui bens e investimentos pessoais não divulgados e recebe renda de suas propriedades, o Castelo de Balmoral na Escócia e Sandringham no leste da Inglaterra. O Palácio de Buckingham não divulgou mais detalhes sobre de quanto seria essa renda. Já o Ducado da Cornualha, criado em 1337, está entre as rendas recebidas pelo herdeiro do trono — atualmente o Príncipe William e sua esposa Kate. A propriedade abrange 51.861 hectares, distribuídos pela Inglaterra e País de Gales, com ativos líquidos de 1,2 bilhão de libras (R$ 8,2 bilhões) segundo dados divulgados no final de março. William recebe a receita líquida excedente — que, em 2025/2026, foi de 21,55 milhões de libras (R$ 147,9 milhões). *Com informações das agências de notícias Reuters e Associated Press.

Michelle Bolsonaro expõe briga com Flávio: 'Entendi que não queria meu apoio' Ciro Gomes (PSDB), pré-candidato ao Governo do Ceará, falou nesta quinta-feira (25) que não viu o vídeo de Michelle Bolsonaro em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio Bolsonaro. A ex-primeira dama criticou as decisões do PL Ceará por apoiar Ciro, que, por sua vez, disse que o problema é do PL Nacional e que o assunto tratado por Michelle "envolve coisas muito mais complexas do que a nossa paróquia aqui" - em referência ao estado cearense. "Não vi o vídeo e nem vou ver. É uma questão do PL nacional e envolve coisas muito mais complexas do que a nossa paróquia aqui. Eu sigo aqui tranquilo. O eixo do nosso entendimento aqui é um projeto de emancipação do Ceará que nós consideramos que está sendo muito mal tratado", disse Ciro. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Em vídeos publicados nas redes sociais nesta quarta-feira (24), Michelle expõe uma briga com Flávio e diz que eles não se falam desde o fim de 2025. A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o diretório local do partido se aliou com o pré-candidato Ciro Gomes (PSDB). Ciro Gomes. Thiago Gadelha/SVM "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço", afirmou Michelle sobre Flávio. O episódio citado pela ex-primeira-dama teve início em um comício do qual ela participou em Fortaleza (CE) no fim de 2025. À época, Michelle lembrou que Ciro havia criticado duramente Jair Bolsonaro e seus filhos na época em que ele era presidente e afirmou que o apoio articulado por André Fernandes, presidente estadual do PL no Ceará, era precipitado. No Ceará, Michelle defende a candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao Governo do Estado. Conforme a ex-primeira dana, Girão representa os valores defendidos por Bolsonaro. Ela avalia que um apoio do PL a Ciro só deveria ocorrer em um eventual segundo turno. O PL oficializou apoio ao ex-ministro em maio deste ano. “É sobre essa aliança que vocês se precipitaram a fazer. Eu tenho orgulho de vocês, mas fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita, assim não dá”, disse Michelle no comício de 2025, olhando para Fernandes. Ela afirma que, pouco após o discurso, Flávio Bolsonaro telefonou para ela e os dois discutiram. "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi", narrou. Michelle e Flávio Bolsonaro entraram em atrito por divergências de apoios no Ceará Reprodução No depoimento publicado nesta quarta, Michelle também citou a briga pelo Senado: em junho de 2025, ela apoiou publicamente a pré-candidatura da deputada federal Priscila Costa (PL) a uma vaga no Senado. André Fernandes, no entanto, tem articulado que o partido lance seu pai, o deputado estadual Alcides Fernandes (PL), como senador. Michelle afirma que a candidatura de Priscila havia sido acordada com Jair Bolsonaro. Michelle Bolsonaro e André Fernandes em evento que lançou a pré-candidatura de Eduardo Girão ao governo do Ceará. Fabiane de Paula/SVM "Não honrar essa determinação do meu marido será um ato de traição contra Jair Messias Bolsonaro [...]Já que a aliança com Ciro é tão boa, por que o André não disponibiliza a vaga de seu próprio pai? Por que só a mulher tem que ceder?", questionou Michelle. Ela também usou o vídeo recente para criticar novamente o apoio a Ciro. "Eu sou contra ela [a aliança], mas essa é apenas a minha convicção. Se a direita quer se unir para derrotar o PT, tudo bem", disse. "Mas a coerência obriga que isso aconteça apenas no segundo turno". Quem são os nomes que aparecem na briga Quem é quem na confusão que gerou briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro Divulgação e Reprodução. A discussão descrita por Michelle envolve: André Fernandes: deputado federal e presidente do PL Ceará, André articulou desde 2025 uma aproximação do Partido Liberal ao PSDB de Ciro Gomes; defende uma união de grupos à direita em torno de um candidato para enfrentar o governador Elmano de Freitas (PT); também defende que o seu pai, Alcides Fernandes, seja o candidato do PL ao Senado; Ciro Gomes: ex-ministro e ex-governador do Ceará, foi lançado pré-candidato do PSDB ao Governo do Ceará em 16 de maio deste ano; o evento contou com participação de lideranças do PL; Eduardo Girão: senador do Ceará, é pré-candidato do partido Novo ao Governo do Estado; tem apoio de Michelle Bolsonaro; Alcides Fernandes: deputado estadual pelo PL, é pai de André Fernandes e foi lançado pelo filho como candidato do partido no Ceará ao Senado; Priscila Costa: vereadora de Fortaleza pelo PL, irá assumir a vaga de deputada federal que era de Dayany Bittencourt (União), esposa de Capitão Wagner (União) - outro nome forte da direita no Ceará. Em 2025, Priscila foi lançada por Michelle Bolsonaro como candidata do PL ao Senado no Ceará. Discussão sobre Ciro Segundo Michelle, Ciro Gomes foi o principal responsável "pelo processo que levou à inelegibilidade do meu marido". Ela citou ainda que o ex-governador do Ceará havia chamado Bolsonaro e seus filhos, incluindo Flávio, de corruptos e bandidos. Na época em que criticou o apoio a Ciro, a fala da ex-primeira-dama gerou reação imediata dos filhos de Jair Bolsonaro: Flávio afirmou que Michelle havia “atropelado” Jair Bolsonaro ao questionar um movimento de articulação autorizado pelo ex-presidente; Carlos e Jair Renan endossaram a crítica; Eduardo disse que André Fernandes havia sido “injustamente exposto” por Michelle. No Ceará, lideranças do PL também defenderam o apoio do partido ao candidato do PSDB: Alcides Fernandes afirmou que Ciro era a melhor opção da oposição no estado e disse que deputados estavam se aproveitando o nome de Michelle; A deputada estadual Dra. Silvana disse que a fala de Michelle foi um "verdadeiro ataque ao deputado federal André Fernandes" e que Bolsonaro havia definido que André decidisse as tratativas no Ceará. Ainda em 2025, após a reação do PL Ceará e dos enteados, Michelle publicou uma nota dizendo respeitar a opinião deles, mas discordar dela. "Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)", afirmou à época. Aproximação do PL com o PSDB André Fernandes e Alcides Fernandes (PL) no evento de filiação de Ciro Gomes ao PSDB. Thiago Gadelha/SVM A aproximação entre Ciro e André Fernandes começou após as eleições municipais de 2024, nas quais o deputado federal foi ao segundo turno na disputa pela Prefeitura de Fortaleza contra Evandro Leitão (PT) e perdeu por pouco mais de 10 mil votos. À época, André recebeu apoio do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União), um dos principais aliados de Ciro e hoje cotado a concorrer a vice-governador do ex-ministro na disputa pelo governo do Ceará. Ao longo de 2025, Ciro e lideranças do PL passaram a negociar uma chapa para disputar o governo estadual contra Elmano de Freitas (PT), atual governador. Pesquisa Quaest divulgada em abril sobre as eleições locais indicam Ciro Gomes na liderança das intenções de voto, com 41%, e Elmano de Freitas (PT) com 32%. Eduardo Girão (Novo) é o terceiro, com 4%. Após a crítica de Michelle, o Partido Liberal (PL) suspendeu, em dezembro de 2025, as conversas que vinham sendo conduzidas com o PSDB do Ceará sobre uma possível aliança para apoiar Ciro Gomes (PSDB). O movimento adiou, mas não impediu a aliança. Em maio de 2026 o PL Ceará, liderado por Fernandes, oficializou o apoio a Ciro Gomes. No lançamento da pré-candidatura, Ciro afirmou que sua chapa tinha dois candidatos ao Senado: o ex-deputado federal Capitão Wagner (União) e o pai de André Fernandes, o deputado Alcides Fernandes. Michelle publicou em suas redes sociais Reprodução Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

Michelle Bolsonaro expõe briga com Flávio: 'Entendi que não queria meu apoio' O governador do Ceará, Elmano de Freitas, comentou nesta quinta-feira (25) sobre a crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o senador e pré-candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, Flávio Bolsonaro. "A composição feita pela nossa oposição é absolutamente estranha", disse o chefe do executivo no Ceará. Michelle publicou um depoimento nas redes sociais em que afirma ter sido humilhada por Flávio e cita uma briga por causa da articulação do deputado federal André Fernandes (PL) para que o partido apoie a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao Governo do Ceará em 2026. LEIA TAMBÉM: Quem é quem na disputa eleitoral do Ceará que levou ao racha entre Michelle e Flávio Bolsonaro No estado, Michelle defende a candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao Governo do Estado. De acordo com ela, Girão representa os valores defendidos por Bolsonaro. Ela avalia que um apoio do PL a Ciro só deveria ocorrer em um eventual segundo turno. Porém, o PL no Ceará oficializou apoio ao ex-ministro em maio deste ano. Elmano de Freitas será candidato à reeleição ao Governo do Ceará. Ismael Soares/SVM Elmano, que disputa a reeleição ao Governo do Ceará pelo Partido dos Trabalhadores (PT), disse que prefere não se envolver no debate, mas acredita que "a fala da ex-primeira-dama fala por si": "É um debate de outro campo. Não me cabe me envolver. Mas fica muito evidente que a composição feita pela nossa oposição é absolutamente estranha, para dizer o mínimo, de incoerência política, do que é a história de pessoas que estão lá", respondeu Elmano ao ser questionado pelo g1 durante evento nesta quinta-feira (25), em Fortaleza. Segundo o governador, ainda não é possível dizer o que a crise entre Michelle e Flávio pode gerar na articulação política das Eleições 2026 no Ceará. Elmano disse não ter falado com o presidente Lula sobre o assunto e pretende seguir focando apenas no seu trabalho: "Tenho opinião de que vamos enfrentar o bolsonarismo no Brasil, e eu lamento que gente que é do campo democrático tenha decidido se abraçar com o bolsonarismo e querer enganar os bolsonaristas. É isso que estou entendendo que está acontecendo", concluiu Elmano. Racha entre Michelle e Flávio Bolsonaro Michelle e Flávio Bolsonaro entraram em atrito por divergências de apoios no Ceará Reprodução No vídeo publicado por Michelle Bolsonaro nesta quarta-feira (24), ela diz ter sido humilhada pelo senador e pré-candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, Flávio Bolsonaro. No depoimento, Michelle cita uma briga por causa da articulação do deputado federal André Fernandes (PL) para que o partido apoie a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao Governo do Ceará em 2026, além de uma disputa entre candidatos do PL no estado por uma vaga no Senado. O episódio citado pela ex-primeira-dama teve início em um comício do qual ela participou em Fortaleza (CE) no fim de 2025. À época, Michelle lembrou que Ciro havia criticado duramente Jair Bolsonaro e seus filhos na época em que ele era presidente e afirmou que o apoio articulado por André Fernandes, presidente estadual do PL no Ceará, era precipitado. No Ceará, Michelle defende a candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao Governo do Estado. Conforme Michelle, Girão representa os valores defendidos por Bolsonaro. Ela avalia que um apoio do PL a Ciro só deveria ocorrer em um eventual segundo turno. O PL oficializou apoio ao ex-ministro em maio deste ano. “É sobre essa aliança que vocês se precipitaram a fazer. Eu tenho orgulho de vocês, mas fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita, assim não dá”, disse Michelle no comício de 2025, olhando para Fernandes. Ela afirma que, pouco após o discurso, Flávio Bolsonaro telefonou para ela e os dois discutiram. "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi", narrou. No depoimento publicado nesta quarta, Michelle também citou a briga pelo Senado: em junho de 2025, ela apoiou publicamente a pré-candidatura da deputada federal Priscila Costa (PL) a uma vaga no Senado. André Fernandes, no entanto, tem articulado que o partido lance seu pai, o deputado estadual Alcides Fernandes (PL), como senador. Michelle afirma que a candidatura de Priscila havia sido acordada com Jair Bolsonaro. Michelle Bolsonaro e André Fernandes em evento que lançou a pré-candidatura de Eduardo Girão ao governo do Ceará. Fabiane de Paula/SVM "Não honrar essa determinação do meu marido será um ato de traição contra Jair Messias Bolsonaro [...]Já que a aliança com Ciro é tão boa, por que o André não disponibiliza a vaga de seu próprio pai? Por que só a mulher tem que ceder?", questionou Michelle. Ela também usou o vídeo recente para criticar novamente o apoio a Ciro. "Eu sou contra ela [a aliança], mas essa é apenas a minha convicção. Se a direita quer se unir para derrotar o PT, tudo bem", disse. "Mas a coerência obriga que isso aconteça apenas no segundo turno". Quem são os nomes que aparecem na briga Quem é quem na confusão que gerou briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro Divulgação e Reprodução. A discussão descrita por Michelle envolve: André Fernandes: deputado federal e presidente do PL Ceará, André articulou desde 2025 uma aproximação do Partido Liberal ao PSDB de Ciro Gomes; defende uma união de grupos à direita em torno de um candidato para enfrentar o governador Elmano de Freitas (PT); também defende que o seu pai, Alcides Fernandes, seja o candidato do PL ao Senado; Ciro Gomes: ex-ministro e ex-governador do Ceará, foi lançado pré-candidato do PSDB ao Governo do Ceará em 16 de maio deste ano; o evento contou com participação de lideranças do PL; Eduardo Girão: senador do Ceará, é pré-candidato do partido Novo ao Governo do Estado; tem apoio de Michelle Bolsonaro; Alcides Fernandes: deputado estadual pelo PL, é pai de André Fernandes e foi lançado pelo filho como candidato do partido no Ceará ao Senado; Priscila Costa: vereadora de Fortaleza pelo PL, irá assumir a vaga de deputada federal que era de Dayany Bittencourt (União), esposa de Capitão Wagner (União) - outro nome forte da direita no Ceará. Em 2025, Priscila foi lançada por Michelle Bolsonaro como candidata do PL ao Senado no Ceará. Discussão sobre Ciro Segundo Michelle, Ciro Gomes foi o principal responsável "pelo processo que levou à inelegibilidade do meu marido". Ela citou ainda que o ex-governador do Ceará havia chamado Bolsonaro e seus filhos, incluindo Flávio, de corruptos e bandidos. Na época em que criticou o apoio a Ciro, a fala da ex-primeira-dama gerou reação imediata dos filhos de Jair Bolsonaro: Flávio afirmou que Michelle havia “atropelado” Jair Bolsonaro ao questionar um movimento de articulação autorizado pelo ex-presidente; Carlos e Jair Renan endossaram a crítica; Eduardo disse que André Fernandes havia sido “injustamente exposto” por Michelle. No Ceará, lideranças do PL também defenderam o apoio do partido ao candidato do PSDB: Alcides Fernandes afirmou que Ciro era a melhor opção da oposição no estado e disse que deputados estavam se aproveitando o nome de Michelle; A deputada estadual Dra. Silvana disse que a fala de Michelle foi um "verdadeiro ataque ao deputado federal André Fernandes" e que Bolsonaro havia definido que André decidisse as tratativas no Ceará. Ainda em 2025, após a reação do PL Ceará e dos enteados, Michelle publicou uma nota dizendo respeitar a opinião deles, mas discordar dela. "Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)", afirmou à época. Aproximação do PL com o PSDB André Fernandes e Alcides Fernandes (PL) no evento de filiação de Ciro Gomes ao PSDB. Thiago Gadelha/SVM A aproximação entre Ciro e André Fernandes começou após as eleições municipais de 2024, nas quais o deputado federal foi ao segundo turno na disputa pela Prefeitura de Fortaleza contra Evandro Leitão (PT) e perdeu por pouco mais de 10 mil votos. À época, André recebeu apoio do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União), um dos principais aliados de Ciro e hoje cotado a concorrer a vice-governador do ex-ministro na disputa pelo governo do Ceará. Ao longo de 2025, Ciro e lideranças do PL passaram a negociar uma chapa para disputar o governo estadual contra Elmano de Freitas (PT), atual governador. Pesquisa Quaest divulgada em abril sobre as eleições locais indicam Ciro Gomes na liderança das intenções de voto, com 41%, e Elmano de Freitas (PT) com 32%. Eduardo Girão (Novo) é o terceiro, com 4%. Após a crítica de Michelle, o Partido Liberal (PL) suspendeu, em dezembro de 2025, as conversas que vinham sendo conduzidas com o PSDB do Ceará sobre uma possível aliança para apoiar Ciro Gomes (PSDB). O movimento adiou, mas não impediu a aliança. Em maio de 2026 o PL Ceará, liderado por Fernandes, oficializou o apoio a Ciro Gomes. No lançamento da pré-candidatura, Ciro afirmou que sua chapa tinha dois candidatos ao Senado: o ex-deputado federal Capitão Wagner (União) e o pai de André Fernandes, o deputado Alcides Fernandes. Michelle publicou em suas redes sociais Reprodução Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

Michelle Bolsonaro expõe briga com Flávio: 'Entendi que não queria meu apoio' A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou nesta quarta-feira (24) um depoimento nas redes sociais em que diz ter sido humilhada pelo senador e pré-candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, Flávio Bolsonaro. Nos vídeos, Michelle cita uma briga por causa da articulação do deputado federal André Fernandes (PL) para que o partido apoie a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao Governo do Ceará em 2026, além de uma disputa entre candidatos do PL no estado por uma vaga no Senado. O episódio citado pela ex-primeira-dama teve início em um comício do qual ela participou em Fortaleza (CE) no fim de 2025. À época, Michelle lembrou que Ciro havia criticado duramente Jair Bolsonaro e seus filhos na época em que ele era presidente e afirmou que o apoio articulado por André Fernandes, presidente estadual do PL no Ceará, era precipitado. No Ceará, Michelle defende a candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao Governo do Estado. Conforme Michelle, Girão representa os valores defendidos por Bolsonaro. Ela avalia que um apoio do PL a Ciro só deveria ocorrer em um eventual segundo turno. O PL oficializou apoio ao ex-ministro em maio deste ano. “É sobre essa aliança que vocês se precipitaram a fazer. Eu tenho orgulho de vocês, mas fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita, assim não dá”, disse Michelle no comício de 2025, olhando para Fernandes. Ela afirma que, pouco após o discurso, Flávio Bolsonaro telefonou para ela e os dois discutiram. "Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi", narrou. Michelle e Flávio Bolsonaro entraram em atrito por divergências de apoios no Ceará Reprodução No depoimento publicado nesta quarta, Michelle também citou a briga pelo Senado: em junho de 2025, ela apoiou publicamente a pré-candidatura da deputada federal Priscila Costa (PL) a uma vaga no Senado. André Fernandes, no entanto, tem articulado que o partido lance seu pai, o deputado estadual Alcides Fernandes (PL), como senador. Michelle afirma que a candidatura de Priscila havia sido acordada com Jair Bolsonaro. Michelle Bolsonaro e André Fernandes em evento que lançou a pré-candidatura de Eduardo Girão ao governo do Ceará. Fabiane de Paula/SVM "Não honrar essa determinação do meu marido será um ato de traição contra Jair Messias Bolsonaro [...]Já que a aliança com Ciro é tão boa, por que o André não disponibiliza a vaga de seu próprio pai? Por que só a mulher tem que ceder?", questionou Michelle. Ela também usou o vídeo recente para criticar novamente o apoio a Ciro. "Eu sou contra ela [a aliança], mas essa é apenas a minha convicção. Se a direita quer se unir para derrotar o PT, tudo bem", disse. "Mas a coerência obriga que isso aconteça apenas no segundo turno". Quem são os nomes que aparecem na briga Quem é quem na confusão que gerou briga entre Michelle e Flávio Bolsonaro Divulgação e Reprodução. A discussão descrita por Michelle envolve: André Fernandes: deputado federal e presidente do PL Ceará, André articulou desde 2025 uma aproximação do Partido Liberal ao PSDB de Ciro Gomes; defende uma união de grupos à direita em torno de um candidato para enfrentar o governador Elmano de Freitas (PT); também defende que o seu pai, Alcides Fernandes, seja o candidato do PL ao Senado; Ciro Gomes: ex-ministro e ex-governador do Ceará, foi lançado pré-candidato do PSDB ao Governo do Ceará em 16 de maio deste ano; o evento contou com participação de lideranças do PL; Eduardo Girão: senador do Ceará, é pré-candidato do partido Novo ao Governo do Estado; tem apoio de Michelle Bolsonaro; Alcides Fernandes: deputado estadual pelo PL, é pai de André Fernandes e foi lançado pelo filho como candidato do partido no Ceará ao Senado; Priscila Costa: vereadora de Fortaleza pelo PL, irá assumir a vaga de deputada federal que era de Dayany Bittencourt (União), esposa de Capitão Wagner (União) - outro nome forte da direita no Ceará. Em 2025, Priscila foi lançada por Michelle Bolsonaro como candidata do PL ao Senado no Ceará. Discussão sobre Ciro Segundo Michelle, Ciro Gomes foi o principal responsável "pelo processo que levou à inelegibilidade do meu marido". Ela citou ainda que o ex-governador do Ceará havia chamado Bolsonaro e seus filhos, incluindo Flávio, de corruptos e bandidos. Na época em que criticou o apoio a Ciro, a fala da ex-primeira-dama gerou reação imediata dos filhos de Jair Bolsonaro: Flávio afirmou que Michelle havia “atropelado” Jair Bolsonaro ao questionar um movimento de articulação autorizado pelo ex-presidente; Carlos e Jair Renan endossaram a crítica; Eduardo disse que André Fernandes havia sido “injustamente exposto” por Michelle. No Ceará, lideranças do PL também defenderam o apoio do partido ao candidato do PSDB: Alcides Fernandes afirmou que Ciro era a melhor opção da oposição no estado e disse que deputados estavam se aproveitando o nome de Michelle; A deputada estadual Dra. Silvana disse que a fala de Michelle foi um "verdadeiro ataque ao deputado federal André Fernandes" e que Bolsonaro havia definido que André decidisse as tratativas no Ceará. Ainda em 2025, após a reação do PL Ceará e dos enteados, Michelle publicou uma nota dizendo respeitar a opinião deles, mas discordar dela. "Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)", afirmou à época. Aproximação do PL com o PSDB André Fernandes e Alcides Fernandes (PL) no evento de filiação de Ciro Gomes ao PSDB. Thiago Gadelha/SVM A aproximação entre Ciro e André Fernandes começou após as eleições municipais de 2024, nas quais o deputado federal foi ao segundo turno na disputa pela Prefeitura de Fortaleza contra Evandro Leitão (PT) e perdeu por pouco mais de 10 mil votos. À época, André recebeu apoio do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União), um dos principais aliados de Ciro e hoje cotado a concorrer a vice-governador do ex-ministro na disputa pelo governo do Ceará. Ao longo de 2025, Ciro e lideranças do PL passaram a negociar uma chapa para disputar o governo estadual contra Elmano de Freitas (PT), atual governador. Pesquisa Quaest divulgada em abril sobre as eleições locais indicam Ciro Gomes na liderança das intenções de voto, com 41%, e Elmano de Freitas (PT) com 32%. Eduardo Girão (Novo) é o terceiro, com 4%. Após a crítica de Michelle, o Partido Liberal (PL) suspendeu, em dezembro de 2025, as conversas que vinham sendo conduzidas com o PSDB do Ceará sobre uma possível aliança para apoiar Ciro Gomes (PSDB). O movimento adiou, mas não impediu a aliança. Em maio de 2026 o PL Ceará, liderado por Fernandes, oficializou o apoio a Ciro Gomes. No lançamento da pré-candidatura, Ciro afirmou que sua chapa tinha dois candidatos ao Senado: o ex-deputado federal Capitão Wagner (União) e o pai de André Fernandes, o deputado Alcides Fernandes. Michelle publicou em suas redes sociais Reprodução Assista aos vídeos mais vistos do Ceará
Fonte: Monitoramento de Mídia (SapiensLabs). Atualização: Tempo real.
Alagoas tem cobertura de 12,1% em escolaridade superior, deixando um déficit estimado de 88,0%.