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MDB-PB
Sinal de Revisão é um indicador de triagem: aponta prioridade para conferir fontes, não conduta, culpa ou irregularidade comprovada.
Consultando RSS e cruzando menções públicas ao parlamentar...
Resumo preliminar com dados publicos disponiveis. O sinal orienta revisão de fontes, não indica culpa ou irregularidade comprovada.
Total de despesas retornadas pela fonte oficial para o periodo selecionado.
Camara/SenadoBaixa diversidade de fornecedores pode indicar ponto de revisão, sem indicar irregularidade por si so.
Camara/SenadoQuantidade de propostas/autorias retornadas pela fonte legislativa no periodo.
Camara/SenadoSinais estatisticos ou padroes de concentração calculados a partir das despesas oficiais.
Auditoria AlgoritmicaFontes ainda não consolidadas reduzem confiança e exigem leitura cautelosa.
Sistemavotacoes consolidadas, assiduidade consolidada, emendas consolidadas
senador vinculado a MDB-PB.
Dados oficiaisTotal de despesas retornadas pela fonte oficial para o periodo selecionado.
Camara/SenadoBaixa diversidade de fornecedores pode indicar ponto de revisão, sem indicar irregularidade por si so.
Camara/SenadoQuantidade de propostas/autorias retornadas pela fonte legislativa no periodo.
Camara/SenadoSinais estatisticos ou padroes de concentração calculados a partir das despesas oficiais.
Auditoria AlgoritmicaA inteligência artificial está auditando estes dados em tempo real...

IBGE Tânia Rêgo/Agência Brasil O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está com inscrições abertas para dois processos seletivos simplificados que somam 9.652 vagas temporárias para atuação no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua. As oportunidades estão distribuídas em dois editais distintos. O primeiro oferece 8.238 vagas para cargos operacionais e de supervisão de nível médio, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Já o segundo reúne 1.414 vagas para funções de qualidade e áreas especializadas, destinadas a candidatos de níveis médio e superior, com remunerações que variam de R$ 2.932 a R$ 5.255,40. Além dos salários, os contratados terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional. Agora no g1 Em ambos os editais, estão previstas reservas de vagas para grupos específicos: 25% para pessoas pretas e pardas, 5% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas e 2% para quilombolas. As inscrições, assim como as datas das provas, variam conforme o edital. Isso porque cada processo seletivo é organizado por uma banca diferente. Abaixo, veja as principais diferenças entre eles: Resumo das diferenças entre os editais 1º edital: 8,2 mil vagas temporárias Neste primeiro edital, são oferecidas 8.238 vagas temporárias em cinco funções para trabalhar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Os salários variam entre R$ 2.128 e R$ 4.008, além dos benefícios. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela organização do processo seletivo. O prazo termina às 23h do dia 1º de julho. A taxa de inscrição é de R$ 53. ➡️ VEJA O PRIMEIRO EDITAL COMPLETO O edital prevê isenção da taxa para candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e para doadores de medula óssea que atendam aos critérios estabelecidos. A principal diferença deste edital é o perfil dos cargos. As vagas são voltadas principalmente para atividades de coleta de dados, supervisão de equipes, apoio administrativo e suporte tecnológico das operações censitárias. Confira a distribuição das vagas: Todos os cargos exigem ensino médio completo. Além disso, os candidatos devem: ter pelo menos 18 anos na data da contratação; estar em dia com as obrigações eleitorais; estar em dia com as obrigações militares, no caso dos homens; possuir aptidão física e mental para o exercício da função; atender aos demais requisitos previstos no edital. Para os cargos de Agente Censitário Supervisor (ACS), Agente Censitário Regional (ACR) e Agente Operacional Regional (AOR), também é exigida Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B válida. A prova objetiva terá duração de quatro horas e será aplicada no município escolhido pelo candidato no ato da inscrição, no dia 27 de setembro. Para ser aprovado, será necessário obter pelo menos 18 pontos no total da avaliação e acertar ao menos uma questão em cada disciplina exigida para a função pretendida. Os aprovados serão contratados inicialmente por até 12 meses para atuar nas operações do Censo Agropecuário 2026. Os contratos poderão ser prorrogados conforme a necessidade do IBGE, respeitado o limite máximo de 48 meses previsto na legislação federal para contratações temporárias. Durante o período de trabalho, os contratados passarão por avaliações periódicas de desempenho. Entre os critérios observados estão assiduidade, produtividade, cumprimento de prazos e qualidade das atividades executadas. O desligamento poderá ocorrer caso o profissional apresente desempenho considerado insuficiente. Cronograma 1º de julho — Encerramento das inscrições; 21 de setembro — Divulgação do cartão de convocação da prova; 27 de setembro — Aplicação da prova objetiva; 28 de setembro — Divulgação do gabarito preliminar; 3 de novembro — Resultado definitivo da prova objetiva; 18 de dezembro — Resultado final da seleção. IBGE: veja cargos, salários, datas e como se inscrever em seleção com mais de 8 mil vagas 2º edital: 1,4 mil vagas temporárias Neste segundo edital, são oferecidas 1.414 vagas temporárias para atuação no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua. ➡️ VEJA O SEGUNDO EDITAL COMPLETO Do total de oportunidades, 1.020 vagas são destinadas ao cargo de Analista Censitário e 394 ao de Agente Censitário de Qualidade. As remunerações variam conforme a função: Agente Censitário de Qualidade (ACQ) — exige ensino médio completo e oferece salário de R$ 2.932; Analista Censitário (AC) — exige nível superior em áreas específicas e oferece salário de R$ 5.255,40. Em ambos os cargos, a jornada é de 40 horas semanais. Os contratados também terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional. As vagas para Analista Censitário contemplam diversas áreas de formação, como Agronomia, Assistência Social, Biblioteconomia, Cartografia, Ciência de Dados, Ciências Contábeis, Ciências Sociais, Design Educacional, Tecnologia da Informação, Economia, Engenharia de Produção, Estatística, Geografia, Geoprocessamento, Jornalismo e outras especialidades. Os contratos terão duração inicial de até 12 meses, podendo ser prorrogados conforme a necessidade das operações censitárias, até o limite de 48 meses. As inscrições começaram em 17 de junho e seguem até as 23h59 de 15 de julho, pelo site do Instituto Avalia, banca organizadora da seleção. A taxa de inscrição é de R$ 41,76 para Agente Censitário de Qualidade e de R$ 37,50 para Analista Censitário. O edital também prevê isenção para inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea que cumpram os requisitos estabelecidos. As provas objetivas terão duração de quatro horas e serão aplicadas em todas as capitais do país e no Distrito Federal no dia 30 de agosto. Os exames serão realizados em turnos diferentes: Manhã: Agente Censitário de Qualidade (ACQ); Tarde: Analista Censitário (AC). Cronograma 15 de julho — Encerramento das inscrições; 24 de agosto — Divulgação do cartão de convocação da prova; 30 de agosto — Aplicação da prova objetiva; 31 de agosto — Divulgação do gabarito preliminar; 25 de setembro — Resultado definitivo da prova objetiva; 6 de novembro — Resultado final da seleção. IBGE: vagas para profissionais em todo o Brasil Tânia Rêgo/Agência Brasil/ARQUIVO

O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno A 100 dias do primeiro turno, as pesquisas indicam uma disputa presidencial equilibrada e ainda aberta, com Lula (PT) atualmente em vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL), em meio ao desgaste enfrentado pelo senador após as revelações ligadas ao Caso Master e o financiamento ao filme "Dark Horse". Os levantamentos, porém, não captaram a mais recente turbulência na campanha de Flávio: o vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro, no qual ela afirma ter sido desrespeitada pelo enteado, expondo um racha no clã. Também não foi medido o impacto da investigação que passou a atingir o senador Jaques Wagner (PT-BA), aliado de Lula que deixou a liderança do governo no Senado após entrar na mira do caso. Em paralelo, a disputa já chegou aos tribunais antes mesmo do início oficial da campanha: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra uma disparada de ações envolvendo propaganda antecipada e o uso de inteligência artificial nas redes sociais. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O que dizem as pesquisas Quaest: Intenção de voto para presidente no 1º turno (junho/2026) Arte/g1 Os levantamentos mais recentes da Quaest e do Datafolha mostram Lula (PT) na liderança das intenções de voto para o primeiro turno. Na Quaest, o presidente aparece com 39%, ante 29% de Flávio Bolsonaro (PL). No Datafolha, a vantagem é semelhante: 41% a 31%. Os números indicam uma ampliação da distância entre os dois em relação às pesquisas anteriores, desde a revelação das conversas entre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Quaest: Intenção de voto para segundo turno - Lula X Flávio Bolsonaro (junho/2026) Arte/g1 Os números divulgados após a ligação de Flávio com Vorcaro, entretanto, revelam um fenômeno que o diretor da Quaest, Felipe Nunes, têm chamado de "paradoxo da direita". Embora Flávio Bolsonaro apresente sinais de desgaste, nenhum outro nome do campo de centro-direita conseguiu se consolidar como alternativa competitiva. Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Caiado, Aécio e Zema Divulgação e reprodução Governadores e lideranças que tentam ocupar esse espaço, como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aécio Neves (PSDB), aparecem fragmentados nas pesquisas e seguem distantes dos dois principais polos da disputa. Somados, reúnem cerca de 12% das intenções de voto. “Flávio está enfraquecido para unificar, mas os demais são fracos demais para ocupar esse espaço”, diz Felipe Nunes. Para especialistas, o cenário cria desafios tanto para a oposição quanto para Lula em sua busca pela reeleição. "Os resultados confirmam que a disputa pela Presidência está aberta e tende a ser altamente sensível à agenda factual, deixando as variações sujeitas a mudanças até o dia da eleição. Esse é o caso do episódio envolvendo Jaques Wagner", afirma Aldo Fornazieri, cientista político da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Impacto do caso Master PF prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master Reprodução A 100 dias do primeiro turno, o Caso Master segue impactando o debate político. O material apreendido pela Polícia Federal durante as investigações, incluindo celulares de Daniel Vorcaro, ainda está sob análise, enquanto duas tentativas de delação do ex-banqueiro, preso por suspeita de lavagem de dinheiro e fraudes financeiras, foram rejeitadas. As sucessivas fases da Operação Compliance Zero indicam que as apurações podem alcançar agentes públicos de diferentes esferas do poder. Nos bastidores de Brasília, o caso é tratado como uma investigação de alcance suprapartidário, com potencial para envolver personagens de diferentes campos políticos, da esquerda à direita. Na oposição, o caso teve reflexos sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Diálogos revelados em maio mostram o senador pedindo recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O dono do Banco Master chegou a transferir R$ 61 milhões. O deputado Mário Frias, o senador Flávio Bolsonaro e o ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme 'Dark Horse' (O Azarão), sobre a vida do ex-presidente brasileiro. Reprodução/Redes Sociais A perda de apoio de Flávio Bolsonaro foi registrada tanto nos cenários de primeiro quanto de segundo turno. Na disputa inicial, o senador passou de 33% para 29% das intenções de voto na Quaest. Em um eventual confronto direto com Lula, recuou de 41% para 38%. Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados consideram a atitude de Flávio um erro, enquanto 58% enxergam indícios de irregularidades no episódio. Ainda assim, o desgaste do senador não se traduziu em fortalecimento de outros pré-candidatos do campo conservador ou de centro-direita. O movimento foi mais acentuado entre grupos considerados estratégicos. Entre os eleitores independentes, seu desempenho caiu de 31% para 24%. Já entre os eleitores de direita que não se identificam com o bolsonarismo, o apoio passou de 88% para 82%. Imprensa internacional destacou que suspeitas envolvendo Jaques Wagner aproximam escândalo do caso Master do governo Lula Lula Marques/Agência Brasil No governo, a inclusão do senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do governo no Senado, entre os alvos da Operação Compliance Zero ampliou a pressão sobre o Palácio do Planalto. O aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de uma operação da Polícia Federal, que investiga a compra de um apartamento de luxo em Salvador e repasses que somam R$ 3,5 milhões em nome de familiares do parlamentar. Desde a operação, integrantes da base governista avaliavam que o caso poderia dificultar a articulação política do Executivo no Congresso e gerar desgastes para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em meio ao início da corrida eleitoral, e Wagner deixou o cargo de líder do governo no Senado na quarta-feira (24), após uma reunião com Lula. Independentes na mira Urna eletrônica exibida em evento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), no Rio Tânia Rêgo/Agência Brasil A essa altura da pré-campanha, os eleitores independentes (32% do eleitorado brasileiro) se tornaram alvo das pré-campanhas presidenciais por serem vistos como decisivos na disputa. O grupo reúne pessoas que não se identificam nem com a esquerda nem com a direita, nem como lulistas ou bolsonaristas. Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, esses eleitores tendem a priorizar temas como democracia, segurança pública, combate à corrupção e desburocratização. A pesquisa Quaest de junho mostrou uma mudança nesse segmento. Lula ultrapassou Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno e abriu 13 pontos de vantagem entre os independentes: 37% a 24%. Para Nunes, o resultado indica perda de apoio de Flávio fora de sua base mais fiel, especialmente entre eleitores menos alinhados ideologicamente ao bolsonarismo. A eleição que já começou no TSE Plenário do TSE Luiz Roberto/TSE Mesmo antes do início oficial da campanha eleitoral, em 16 de agosto, a disputa já se intensificou no Tribunal Superior Eleitoral. Dados do TSE mostram aumento de 335% nas representações por propaganda antecipada em comparação com o mesmo período da eleição de 2022. Até agora, foram registradas mais de 130 ações. As federações ligadas ao presidente Lula e a Flávio Bolsonaro aparecem como os principais protagonistas dessa disputa jurídica, com acusações mútuas sobre irregularidades em peças publicitárias, manifestações em redes sociais e conteúdos de pré-campanha. PT e PL são os partidos que mais protocolaram representações no TSE. Entre as decisões recentes do TSE, André Mendonça determinou a remoção de conteúdos contra Lula e de uma deepfake envolvendo Flávio Bolsonaro. Já Kássio Nunes Marques, presidente do tribunal, rejeitou um pedido do PT para barrar o filme "Dark Horse" e atendeu a uma ação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro derrubando uma pesquisa da Atlas/Intel que não era favorável ao senador. Para Nunes Marques, há indícios de indução para a contaminação das respostas, comprometendo a metodologia da pesquisa. A AtlasIntel afirmou que a pesquisa foi realizada sem que o áudio de Flávio fosse reproduzido a quem respondia o questionário. O julgamento foi adiado após pedido de vista da ministra Estela Aranha, e ainda não tem previsão de retorno para a pauta do TSE. O aumento da judicialização na pré-campanha levou as campanhas a reforçarem suas equipes jurídicas. Flávio Bolsonaro contratou a ex-ministra do TSE Maria Cláudia Buchianeri, enquanto o grupo ligado a Lula passou a contar com o advogado Ângelo Ferraro. IA e redes sociais: nova fronteira da disputa Montagem de vídeo da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL), alvo de ação do PT no Tribunal Superior Eleitoral. Reprodução/Instagram O principal tema por trás da explosão de ações na Justiça Eleitoral é o uso irregular de inteligência artificial. Pelas regras aprovadas pelo TSE, conteúdos produzidos ou alterados por IA precisam ser identificados de forma clara para os eleitores. A Corte também proibiu o uso de deepfakes que simulem falas ou comportamentos de candidatos com potencial de enganar o público. Na prática, porém, a fiscalização tem se mostrado complexa. Ministros do TSE admitem que o monitoramento desse material será um dos maiores desafios da eleição. A facilidade de acesso às ferramentas de inteligência artificial, o baixo custo de produção e a velocidade de disseminação dos conteúdos nas redes sociais ampliaram a preocupação com campanhas de desinfomação. Entre os casos que chegaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estão: Um vídeo do PL que utiliza imagens geradas por inteligência artificial para retratar Lula e seus familiares em uma paródia da série A Grande Família; uma deepfake de Flávio Bolsonaro em uma suposta reunião com Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master; personagens digitais criados para disseminar conteúdos descontextualizados sobre adversários políticos; um vídeo produzido com IA que mostra Flávio Bolsonaro atirando contra embarcações identificadas com as siglas CV e PCC. O PT sustenta que o conteúdo configura propaganda eleitoral antecipada. LEIA MAIS SOBRE 100 DIAS PARA AS ELEIÇÕES 2026: Eleitores independentes estão na mira dos presidenciáveis Uso de IA e propaganda antecipada geram enxurrada de ações no TSE Saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República Veja pré-candidatos a governo e Senado em 26 estados e no DF Confira as principais datas do calendário eleitoral 2026 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) Reprodução

O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro, a situação na maioria dos estados brasileiros segue indefinida em relação aos pré-candidatos para governo e Senado. Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina estão entre os poucos estados onde as alianças já foram confirmadas. Em São Paulo, a desistência de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão) deve levar a uma disputa inédita, que pode ser resolvida no 1° turno. Entre os partidos que têm representação na Câmara dos Deputados, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) foram confirmados como pré-candidatos ao governo de São Paulo. Alagoas, Minas Gerais, Amazonas e Espírito Santo são alguns dos estados em que os pré-candidatos ao governo não foram definidos. Há ainda indefinição dos pré-candidatos ao Senado em estados como Ceará e Paraná. Já no Acre, Roraima, Sergipe e Distrito Federal, a dúvida é sobre a pré-candidatura de alguns políticos que podem vir a ser considerados inelegíveis. Para fazer a lista dos possíveis candidatos nos estados e no Distrito Federal, o g1 considerou apenas aqueles que anunciaram publicamente a pré-candidatura. O cenário ainda pode mudar em alguns casos, a depender das convenções partidárias que acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto. Veja quais são os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado em cada estado: Acre Pré-candidatos ao governo estadual Alan Rick (Republicanos) Dr. Thor Dantas (PSB) Eudo Raffael (PCB) Mailza Assis (Progressistas) Tião Bocalom (PSDB) Pré-candidatos ao Senado Dr. Eduardo Velloso (Solidariedade) Gladson Camelí (PP) Inácio Moreira (Rede) Jorge Viana (PT) Junior Feitosa (DC) Mara Rocha (Republicanos) Márcio Bittar (PL) Sérgio Petecão (PSD) Alagoas Pré-candidatos ao governo estadual Renan Filho (MDB) Lenilda Luna (UP) Pré-candidatos ao Senado Renan Calheiros (MDB) Arthur Lira (PP) Alexandre Fleming (UP) Davi Davino Filho (Republicanos) Alfredo Gaspar (PL) Amazonas Pré-candidatos ao governo estadual Omar Aziz (PSD) David Almeida (Avante) Maria do Carmo Seffair (PL) Isael Munduruku (Rede) Pré-candidatos ao Senado Eduardo Braga (MDB) Wilson Lima (União Brasil) Plínio Valério (PSDB) Marcelo Ramos (PT) Capitão Alberto Neto (PL) Marcos Rotta (Avante) Ismael Munduruku (Rede) Chris Melchior (PSB) Amapá Pré-candidatos ao governo estadual Clécio Luis (União) Dr Furlan (PSD) Pré-candidatos ao Senado Rayssa Furlan (Podemos) Randolfe Rodrigues (PT) Teles Jr (PDT) João Alberto Capiberibe (PSB) Acácio Favacho (MDB) Alliny Serrão (União) Bahia Pré-candidatos ao governo estadual Jerônimo Rodrigues (PT) ACM Neto (União Brasil) Ronaldo Mansur (PSOL) José Estevão (DC) Pré-candidatos ao Senado Rui Costa (PT) Jaques Wagner (PT) Angelo Coronel (Republicanos) João Roma (PL) Delliana Ricelli (PSOL) Marcelo Santtana (DC) Ceará Pré-candidatos ao governo estadual Elmano de Freitas (PT) Ciro Gomes (PSDB) Eduardo Girão (Novo) Jarir Pereira (Psol) Giovanni Sampaio (PRD) Zé Batista (PSTU) Delegado Huggo Leonardo (Missão) Pré-candidatos ao Senado Capitão Wagner (União) Pastor Alcides Fernandes (PL) Priscila Costa (PL) Júnior Mano (PSB) Luizianne Lins (Rede) General Theóphilo (Novo) Anna Karina (PSOL) Professor Germano Lima (PSOL) Eunício Oliveira (MDB) Distrito Federal Pré-candidatos ao governo estadual Celina Leão (PP) José Roberto Arruda (PSD) Leandro Grass (PT) Paula Belmonte (PSDB) Ricardo Cappelli (PSB) Izalci Lucas (PL) Samara Mineiro (UP) Kiko Caputo (Novo) Pré-candidatos ao Senado Leila Barros (PDT) Michelle Bolsonaro (PL) Ibaneis Rocha (MDB) Erika Kokay (PT) Bia Kicis (PL) Sebastião Coelho (Novo) Espírito Santo Pré-candidatos ao governo estadual Ricardo Ferraço (MDB) Lorenzo Pazolini (Republicanos) Helder Salomão (PT) Breno Barcellos (Missão) Pré-candidatos ao Senado Renato Casagrande (PSB) Fabiano Contarato (PT) Maguinha Malta (PL) Manato (Republicanos) Marcos do Val (Podemos) Goiás Pré-candidatos ao governo estadual Daniel Vilela (MDB) Marconi Perillo (PSDB) Wilder Morais (PL) Adriana Accorsi (PT) Cíntia Dias (PSOL) Telêmaco Brandão (PN) Pré-candidatos ao Senado Gracinha Caiado (União) Vanderlan Cardoso (PSD) Dr. Zacharias Calil (MDB) Gustavo Gayer (PL) Delegado Humberto Teófilo (Novo) Alexandre Baldy (PP) Oséias Varão (PL) Iure Castro (Cidadania) Professor Marcelo Moreira (PSOL) Humberto Chaves (PSOL) Maranhão Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Braide (PSD) Orleans Brandão (MDB) Enilton Rodrigues (PSOL) Felipe Camarão (PT) Andre Luís (Missão) Pré-candidatos ao Senado André Fufuca (PP) Duarte Júnior (Avante) Weverton Rocha (PDT) Elizane Gama (PT) Antônia Cariongo (PSOL) Professor Franklin Douglas (PSOL) Lahésio Bonfim (NOVO) Roberto Rocha (NOVO) Hilton Gonçalo (Mobiliza) Minas Gerais Pré-candidatos ao governo estadual Mateus Simões (PSD) Alexandre Kalil (PDT) Jarbas Soares (PSB) Gabriel Azevedo (MDB) Ben Mendes (Missão) Túlio Lopes (PCB) Rafael Duda (PSTU) Maria da Consolação (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marília Campos (PT) Áurea Carolina (PSOL) Domingos Sávio (PL) Vanessa Portugal (PSTU) Carlos Viana (PSD) Marcelo Aro (PP) Mato Grosso do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Riedel (PP) Fábio Trad (PT) João Henrique Catan (Novo) Economista Renato (DC) Jeferson Bezerra (Agir) Lucien Rezende (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Vander Loubet (PT) Soraya Thronicke (PSB) Nelsinho Trad (PSD) Capitão Contar (PL) Reinaldo Azambuja (PL) Marcos Pollon (PL) Mato Grosso Pré-candidatos ao governo estadual Alex Pucinelli (Democrata) Caiubi Kuhn (PDT) Jayme Campos (União) Marcelo Maluf (Novo) Natasha Slhessarenko (PSD) Otaviano Pivetta (Republicanos) Wellington Fagundes (PL) Rafaell Milas (Missão) Pré-candidatos ao Senado Carlos Fávaro (PSD) Mauro Mendes (União) Janaina Riva (MDB) José Medeiros (PL) Pedro Taques (PSB) Pará Pré-candidatos ao governo estadual Araceli Lemos (Psol) Cléber Rabelo (PSTU) Daniel Santos (Podemos) Hana Ghassan (MDB) Mário Couto (DC) Pré-candidatos ao Senado Celso Sabino (PDT) Chicão (União) Éder Mauro (PL) Helder Barbalho (MDB) Paulo Rocha (PT) Zequinha Marinho (Podemos) Paraíba Pré-candidatos ao governo estadual Cícero Lucena (MDB) Efraim Filho (União Brasil) Lucas Ribeiro (PP) Olímpio Rocha (PSOL) Yuri Ezequiel (UP) Pré-candidatos ao Senado André Gadelha (MDB) João Azevêdo (PSB) Major Fábio (Novo) Marcelo Queiroga (PL) Nabor Wanderley (Republicanos) Rosilene Gomes (UP) Veneziano Vital do Rêgo (MDB) Pernambuco Pré-candidatos ao governo estadual Raquel Lyra (PSD) João Campos (PSB) Renan Hallais (Missão) Ivan Moraes (PSOL) Camila Falcão (UP) Pré-candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) Humberto Costa (PT) Paulo Rubem (Rede) Túlio Gadelha (PSD) Miguel Coelho (União Brasil) Piauí Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Fonteles (PT) Joel Rodrigues (PP) Toni Rodrigues (PL) Mainha (Podemos) Lúcia Santos (PSDB) Jesus Rodrigues (Cidadania) Elizeu Aguiar (Novo) Geraldo Carvalho (PSTU) Francisco Jurity (Democracia Cristã) Santiago Belizario (UP) Lourdes Melo (PCO) Professor Gisvaldo (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marcelo Castro (MDB) Júlio César (PSD) Ciro Nogueira (PP) Tiago Junqueira (PL) Dionísio Carvalho (DC) Evandro Marques (DC) Antonio Barros (Novo) Antonio José Lira (Avante) Jorge Lopes (PSDB) Ravenna Castro (Democrata) Pedro Laurentino (UP) Francinaldo Leão (PSOL) Kátia Picolé (Agir) Major Paulo Roberto (Mobiliza) Paraná Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Greca (MDB) Sergio Moro (PL) Luiz França (Missão) Requião Filho (PDT) Tony Garcia (DC) Samuel Mattos (PSTU) Sandro Alex (PSD) Pré-candidatos ao Senado Álvaro Dias (MDB) Alexandre Curi (Republicanos) Deltan Dallagnol (NOVO) Luiz Carlos Hauly (Podemos) Filipe Barros (PL) Gleisi Hoffmann (PT) Rio de Janeiro Pré-candidatos ao governo estadual André Marinho (Novo) André Português (Republicanos) Anthony Garotinho (Republicanos) Bombeiro Rafa (Missão) Cyro Garcia (PSTU) Douglas Ruas (PL) Eduardo Paes (PSD) Juliete Pantoja (UP) Luan Monteiro (PCO) Wiliam Siri (PSOL) Wilson Witzel (Democratas) Pré-candidatos ao Senado Benedita da Silva (PT) Marcelo Crivella (Republicanos) Márcio Canella (União) Miro Teixeira (PDT) Mônica Benício (PSOL) Pedro Paulo (PSD) Hélio Secco (Missão) Marcos Dias (Podemos) Aroldo Medina (Missão) Rio Grande do Norte Pré-candidatos ao governo estadual Allyson Bezerra (União Brasil) Álvaro Dias (PL) Cadu Xavier (PT) Francisco Dias (UP) Robério Paulino (PSOL) Dário Barbosa (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Coronel Hélio (PL) Styvenson Valentim (Podemos) Rafael Motta (PDT) Samanda Alves (PT) Sandro Pimentel (PSOL) Sônia Godeiro (PSOL) Oswaldo Negrão (PCdoB) Zenaide Maia (PSD) Rondônia Pré-candidatos ao governo estadual Adailton Fúria (PSD) Expedito Netto (PT) Hildon Chaves (União Brasil) Luiz Carlos Teodoro (PSOL) Marcos Rogério (PL) Samuel Costa (PSB) Pré-candidatos ao Senado Acir Gurgacz (PDT) Anandreia Trovó (PSOL) Bruno Scheid (PL) Luciana Oliveira (PT) Luís Fernando (PSD) Fernando Máximo (União Brasil) Mariana Carvalho (Republicanos) Neidinha Suruí (PSB) Nilton Souza (PSDB) Rosângela Cipriano (PSD) Sílvia Cristina (PP) Engenheiro Thulio (Missão) Roraima Pré-candidatos ao governo estadual Edilson Damião (União Brasil) Arthur Henrique (PL) Soldado Sampaio (Republicanos) Antonia Pedrosa (PT) Paulo Cesar Quartiero (DC) Pré-candidatos ao Senado Teresa Surita (MDB) Nicoletti (PL) Denarium (Republicanos) Bartô Macuxi (PSOL) Helena Lima (PSD) Mauro Asato (Democrata) Rio Grande do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Evandro Augusto (Missão) Gabriel Souza (MDB) Juliana Brizola (PDT) Luciano Zucco (PL) Marcelo Maranata (PSDB) Priscila Voigt (UP) Rejane Oliveira (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Frederico Antunes (PSD) Germano Rigotto (MDB) Manuela D’ávila (PSOL) Marcel van Hattem (Novo) Milton Cardoso (PSDB) Paulo Pimenta (PT) Renato Jaguarão (Cidadania) Ubiratan Sanderson (PL) Santa Catarina Pré-candidatos ao governo estadual Gelson Merísio (PSB) João Rodrigues (PSD) Jorginho Mello (PL) Laís Chaud (Unidade Popular) Marcelo Brigadeiro (Missão) Ralf Zimmer (PRD) Pré-candidatos ao Senado Afrânio Boppré (PSOL) Antídio Lunelli (MDB) Carlos Bolsonaro (PL) Carol de Toni (PL) Décio Lima (PT) Esperidião Amin (PP) Jeferson Rocha (PRD) Sergipe Pré-candidatos ao governo estadual Fábio Mitidieri (PSD) Valmir de Francisquinho (Republicanos) Ricardo Marques (PL) Emanuel Cacho (PSDB) Dr. Helton Monteiro (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alessandro Vieira (MDB) Rogério Carvalho (PT) Delegado André David (Republicanos) Eduardo Amorim (Republicanos) Adailton Sousa (Podemos) André Moura (União Brasil) Edvaldo Nogueira (PDT) Rodrigo Valadares (PL) Coronel Rocha (PL) Iran Barbosa (PSOL) São Paulo Pré-candidatos ao governo estadual Tarcísio de Freitas (Republicanos) Fernando Haddad (PT) Pré-candidatos ao Senado Simone Tebet (PSB) Márcio França (PSB) Marina Silva (Rede) Guilherme Derrite (PP) André do Prado (PL) Ricardo Salles (Novo) Pablo Marçal (União Brasil) Tocantins Pré-candidatos ao governo estadual Ataídes Oliveira (Novo) Amélio Cayres (Republicanos) Laurez Moreira (PSD) Professora Dorinha (União Brasil) Vicentinho Junior (PSDB) Witer Naves (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alexandre Guimarães (MDB) Carlos Gaguim (União Brasil) Eduardo Gomes (PL) Irajá Abreu (PSD) Fábio Ribeiro (Rede) Eli Borges (Republicanos) Mauro Carlesse (PSD) Vanderlei Luxemburgo (Podemos) Ronaldo Dimas (Podemos) Paulo Mourão (PT) Urna eletrônica exibida em evento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), no Rio Tânia Rêgo/Agência Brasil Indefinição nos estados Alagoas é um dos estados onde um dos principais nomes segue indefinido. João Henrique Caldas (PSDB), o JHC, deixou o cargo de prefeito de Maceió para concorrer às eleições, mas não confirmou se será candidato ao governo. Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) também é cotado, mas não confirmou a pré-candidatura. No Piauí, Mainha (Podemos), Lúcia Santos (PSDB) e Jesus Rodrigues (Cidadania) lançaram seus nomes, mas devem fechar uma chapa única a depender do resultado das pesquisas. Já no Mato Grosso, Jayme Campos (União) demonstrou interesse em disputar o governo, mas não teve sua candidatura confirmada pelo partido. No Amazonas, o campo da situação segue indefinido. O grupo governista, liderado pelo ex-governador Wilson Lima (União Brasil), pré-candidato ao Senado, não confirmou se o atual governador Roberto Cidade (União Brasil) tentará a reeleição. Já no Espírito Santo, o único pré-candidato oficialmente declarado é Ricardo Ferraço. Os demais falam em disputar o cargo, mas não bateram martelo. O mesmo acontece na disputa para o Senado. O único nome confirmado é Renato Casagrande (PSB). No Ceará, a principal indefinição é sobre quem serão os candidatos ao Senado, tanto pela chap da situação como da oposição. Já no Maranhão, o nome da deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB) tem aparecido com destaque nas pesquisas eleitorais, mas ela ainda não oficializou a pré-candidatura. Instabilidade jurídica No Distrito Federal, uma das principais dúvidas é se o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) poderá se candidatar ao governo ou se segue barrado pela Lei Ficha Limpa. Situação semelhante acontece em Sergipe, em relação à candidatura de Valmir de Francisquinho. Francisquinho havia perdido os direitos políticos em 2024, após condenação por improbidade administrativa enquanto era prefeito de Itabaiana. Em janeiro de 2026, conseguiu uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendendo a condenação. O cenário, contudo, pode mudar até as eleições. A situação jurídica também é instável para Denarium (Republicanos), pré-candidato ao Senado em Roraima. Ele foi declarado inelegível por 8 anos em abril, mas deve recorrer da decisão. Já no Acre, o ex-governador Gladson Camelí (PP), pré-candidato ao Senado, está recorrendo de uma condenação do STJ em maio. LEIA MAIS SOBRE 100 DIAS PARA AS ELEIÇÕES 2026: Disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, sombra do caso Master e desafio da inteligência artificial no TSE: o cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Eleitores independentes estão na mira dos presidenciáveis Uso de IA e propaganda antecipada geram enxurrada de ações no TSE Saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República Confira as principais datas do calendário eleitoral 2026 Colaboraram com essa reportagem: Victor Lebre, Jadson Lima, Iamany Santos, João Souza, Rafaela Paixão, Rafaelle Fróes, Rafaela Mansur, Loraine França, Arielly Barth, Taymã Carneiro, Jhonathan Oliveira, Pedro Alves, Douglas Maia, Amanda Oliveira, Diego Nuñez, John Pacheco, Letícia Dauer, Patrício Reis, Valéria Oliveira e Philipe Santos.

Câmara Municipal de Araxá Prédio da Câmara Municipal de Araxá vai passar por adequações As reuniões ordinárias dos vereadores de Araxá, no Alto Paranaíba, serão realizadas, provisoriamente, no Teatro Municipal, a partir desta segunda-feira (23). A mudança é devido às reformas na Câmara de Vereadores. O dia e horário das reuniões vão continuar todas às terças-feiras, a partir das 14h. O presidente da Câmara, Fabiano Santos Cunha (PRB), explicou que o prédio, no Bairro Guilhermina Vieira Chaer, vai passar por adequações para receber modernizações, como a instalação de um painel eletrônico de votação e melhorias nas transmissões ao vivo das reuniões e eventos. A assessoria da Casa não informou até quando as reuniões ordinárias vão continuar no Teatro. Revitalização da Câmara A ordem de serviço para a reforma, orçada em mais de R$ 198 mil, foi assinada no dia 16 de julho. Além das adequações, serão feitas a pintura geral do prédio e a confecção e instalação da nova identidade visual dos setores da Câmara. “Foi nomeada uma comissão de servidores que, juntamente com o engenheiro responsável, vai acompanhar o trabalho dos prestadores de serviço e elaborar um cronograma para que a reforma cause o mínimo de transtorno possível ao trabalho do Legislativo. Primamos pela transparência total das ações que estão sendo autorizadas hoje. Esses investimentos trarão mais conforto aos servidores e cidadãos que passam diariamente pela Câmara Municipal”, explicou o presidente da Câmara.
Fonte: Monitoramento de Mídia (SapiensLabs). Atualização: Tempo real.
Paraíba tem cobertura de 13,6% em escolaridade superior, deixando um déficit estimado de 86,4%.