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UNIÃO-BA
Sinal de Revisão é um indicador de triagem: aponta prioridade para conferir fontes, não conduta, culpa ou irregularidade comprovada.
Consultando RSS e cruzando menções públicas ao parlamentar...
Resumo preliminar com dados publicos disponiveis. O sinal orienta revisão de fontes, não indica culpa ou irregularidade comprovada.
Total de despesas retornadas pela fonte oficial para o periodo selecionado.
Camara/SenadoBaixa diversidade de fornecedores pode indicar ponto de revisão, sem indicar irregularidade por si so.
Camara/SenadoQuantidade de propostas/autorias retornadas pela fonte legislativa no periodo.
Camara/SenadoSinais estatisticos ou padroes de concentração calculados a partir das despesas oficiais.
Auditoria AlgoritmicaFontes ainda não consolidadas reduzem confiança e exigem leitura cautelosa.
Sistemavotacoes consolidadas, assiduidade consolidada, emendas consolidadas
deputado vinculado a UNIÃO-BA.
Dados oficiaisTotal de despesas retornadas pela fonte oficial para o periodo selecionado.
Camara/SenadoBaixa diversidade de fornecedores pode indicar ponto de revisão, sem indicar irregularidade por si so.
Camara/SenadoQuantidade de propostas/autorias retornadas pela fonte legislativa no periodo.
Camara/SenadoSinais estatisticos ou padroes de concentração calculados a partir das despesas oficiais.
Auditoria AlgoritmicaA inteligência artificial está auditando estes dados em tempo real...
O empresário Abram Szajman deixou a presidência da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) em maio, após 42 anos no cargo. O novo eleito é Ivo Dall'Acqua Júnior , que passará a representar os interesses de 1,8 milhão de empresários do setor em meio ao debate sobre a mais profunda mudança nas relações de trabalho dos últimos anos: o fim da escala 6x1 . Leia mais (06/27/2026 - 23h00)
Pressionada para disputar o governo de Minas Gerais e garantir um palanque para o presidente Lula no estado, Marília Campos (PT) defendeu a construção de uma frente ampla e participou de uma agenda conjunta com os pré-candidatos ao governo Gabriel Azevedo (MDB) e Jarbas Soares Júnior (PSB). Leia mais (06/27/2026 - 17h17)

O Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado publicou nesta sexta (26) uma resolução com regras para o trabalhador com carteira assinada dar, como garantia, recursos de sua conta vinculada no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para obter crédito com desconto em folha de pagamento — o chamado Consignado CLT. Anunciada desde o início da modalidade, em março do ano passado, a regulamentação e a adequação de sistemas para uso do FGTS como garantia demorou 15 meses para entrar em vigor, às vésperas do período eleitoral. 🔎 Com a regulamentação, os trabalhadores poderão usar até 10% do saldo do FGTS como garantia e até 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa – o que equivale a 40% dos depósitos feitos na conta vinculada. Também poderão usar como garantia 35% das verbas rescisórias (proporção de salários, férias, 13º e outras verbas previstas). 🔎 Os empréstimos são descontados da remuneração mensal do trabalhador, respeitado o limite legal da margem consignável (de até 35% da renda líquida para empréstimos e financiamentos). ➡️A novidade já está disponível na Carteira de Trabalho Digital. Nos aplicativos das instituições financeiras, a possibilidade de uso do FGTS como garantia será liberada à medida em que as instituições forem aderindo e se habilitando. Quando a operação for contratada na Carteira de Trabalho Digital, o banco tem que, necessariamente, fazer uma proposta de crédito no qual o valor da corresponda a 100% da garantia dada. Quando a operação for contratada nos aplicativos dos bancos, as instituições têm que, necessariamente, fazer uma proposta de crédito no qual o valor da corresponda a 50% da garantia. Carteira Digital do trabalhador Reprodução ➡️Entidades de defesa do consumidor, como o Procon SP e o Idec, entretanto, pedem cautela com o uso do FGTS como garantia (veja mais aqui). Juros limitados ➡️A taxa de juros destas operações está limitada a 1,99% ao mês, valor que está é quase metade da média de taxa de juros cobrada em abril (nas operações sem garantia do FGTS). Veja as taxas de juros cobradas em abril mais abaixo nessa reportagem. "Nos dois canais de acesso (carteira digital ou aplicativos dos bancos), o limite de juros é de 1,99% ao mês. Na CTPS, o trabalhador está autorizando todas instituições, e não é só o banco no qual o trabalhador tem clientela, a oferecer proposta. Há cerca de 100 instituições habilitadas", afirmou Carlos Augusto Gonçalves Júnior, secretário de Proteção ao Trabalhador do Ministério do Trabalho. "Funciona como um leilão reverso (com cada banco oferecendo suas propostas e condições). Ele vai escolher em até 24 horas e fecha a autorização. Vai para o ambiente do canal próprio, assina o contrato, que é averbado na plataforma em até 7 dias", explicou ele. Agora no g1 Segundo o governo, a ideia é que a garantia do FGTS barateie os juros cobrados nesta operação, uma vez que os bancos terão mais segurança ao conceder os empréstimos. "A iniciativa busca ampliar a concorrência entre as instituições financeiras e favorecer a oferta de crédito com juros mais baixos, além de contribuir para a redução da inadimplência nas operações de crédito consignado", informou o Ministério do Trabalho. ➡️Em 15 meses de funcionamento, o Consignado CLT viabilizou mais de R$ 130 bilhões para 10 milhões de trabalhadores com contratos ativos, dos quais quase R$ 110 bilhões em novos contratos. A diferença são contratos antigos que migraram para a nova plataforma. Comparação com aposentados e servidores Sem a regulamentação do uso das garantias, a taxa de juros média da modalidade ao setor privado operou, durante esse primeiro ano de vigência, no dobro dos empréstimos consignados aos servidores públicos e aos aposentados e pensionistas. ➡️Em abril deste ano, última informação disponibilizada pelo Banco Central, o juro do consignado CLT somou 3,79% ao mês, contra 1,8% ao mês dos aposentados e 1,8% ao mês dos servidores públicos. Mas a taxa do empréstimo da linha CLT ao setor privado ficou menor do que o cheque especial (7,61% ao mês) e cartão de crédito rotativo (14,95% ao mês), ambos registrados também em abril. De acordo com ranking disponibilizado pelo Banco Central, em sua página na internet, entre 28 de maio e 3 de junho, a taxa de juros da modalidade aos trabalhadores do setor privado varia de 1,61% a 5,62% ao mês. ➡️ As taxas médias divulgadas pelo BC não garantem que esse será o juro final para os trabalhadores. O valor efetivo dependerá da análise de risco feita pelas instituições financeiras, considerando fatores como garantia oferecida, tempo de trabalho e histórico de crédito. ➡️ Especialistas recomendam que os trabalhadores pesquisem amplamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, incentivando a concorrência entre os bancos antes de contratar um empréstimo. "A utilização do FGTS como garantia cria uma camada adicional de segurança para as operações e tende a tornar o mercado mais competitivo. Quando o risco diminui, existe espaço para condições mais favoráveis ao consumidor", avaliou Alexandre Matos, CEO da Vip Promotora. Entidades recomendam cautela Entidades de defesa do consumidor, entretanto, recomendam cautela ao trabalhador ao oferecer parte de seu FGTS como garantia a empréstimos bancários. A Proteste, por exemplo, lembra que, ao utilizar o FGTS como garantia, o trabalhador pode comprometer seus direitos trabalhistas sem perceber. ➡️Pelas regras, os bancos que ofertarem crédito consignado aos trabalhadores do setor privado, os celetistas, com uso do FGTS como caução poderão executar essas garantias no caso de demissão sem justa causa, ou seja, pegar os valores. "Em caso de demissão, as verbas rescisórias podem não cobrir o valor total da dívida. Por isso, tome bastante cuidado", orienta a Proteste (Instituto de Defesa do Consumidor). Especialistas do Procon de São Paulo reforçam que os interessados precisam compreender muito bem as regras desta nova modalidade e avaliar a real necessidade do empréstimo, analisando se a contratação não irá comprometer o orçamento e gerar uma situação de endividamento. “Esta retenção de parte do FGTS como garantia para um empréstimo mais barato, deve ser bastante planejada pelo consumidor, para que não se torne uma dificuldade, já que para os trabalhadores da iniciativa privada o Fundo representa uma reserva financeira estratégica”, alertou Luiz Orsatti Filho, diretor Executivo do Procon-SP, no ano passado. ➡️O Ministério do Trabalho, por sua vez, explicou que a utilização das garantias é facultativa e depende exclusivamente da decisão do trabalhador, que poderá escolher se deseja ou não utilizar parte de suas verbas rescisórias e do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nas operações de crédito. Também caberá ao trabalhador definir quando e quanto deseja comprometer. "O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reforça que a medida não representa saque automático do FGTS nem cria novos descontos imediatos para o trabalhador. Os recursos permanecem depositados na conta vinculada e somente poderão ser utilizados como garantia nas situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, respeitando os limites autorizados em lei", informou o governo. O empréstimo consignado CLT pode ser consultado no app Carteira de Trabalho Digital Pegatroco/Divulgação

O Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado publicou nesta sexta (26) uma resolução com regras para o trabalhador com carteira assinada dar, como garantia, recursos de sua conta vinculada no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para obter crédito com desconto em folha de pagamento — o chamado Consignado CLT. Anunciada desde o início da modalidade, em março do ano passado, a regulamentação e a adequação de sistemas para uso do FGTS como garantia demorou 15 meses para entrar em vigor, às vésperas do período eleitoral. 🔎 Com a regulamentação, os trabalhadores poderão usar até 10% do saldo do FGTS como garantia e até 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa – o que equivale a 40% dos depósitos feitos na conta vinculada. Também poderão usar como garantia 35% das verbas rescisórias (proporção de salários, férias, 13º e outras verbas previstas). 🔎 Os empréstimos são descontados da remuneração mensal do trabalhador, respeitado o limite legal da margem consignável (de até 35% da renda líquida para empréstimos e financiamentos). ➡️A novidade já está disponível na Carteira de Trabalho Digital. Nos aplicativos das instituições financeiras, a possibilidade de uso do FGTS como garantia será liberada à medida em que as instituições forem aderindo e se habilitando. Quando a operação for contratada na Carteira de Trabalho Digital, o banco tem que, necessariamente, fazer uma proposta de crédito no qual o valor da corresponda a 100% da garantia dada. Quando a operação for contratada nos aplicativos dos bancos, as instituições têm que, necessariamente, fazer uma proposta de crédito no qual o valor da corresponda a 50% da garantia. Carteira Digital do trabalhador Reprodução ➡️Entidades de defesa do consumidor, como o Procon SP e o Idec, entretanto, pedem cautela com o uso do FGTS como garantia (veja mais aqui). Juros limitados ➡️A taxa de juros destas operações está limitada a 1,99% ao mês, valor que está é quase metade da média de taxa de juros cobrada em abril (nas operações sem garantia do FGTS). Veja as taxas de juros cobradas em abril mais abaixo nessa reportagem. "Nos dois canais de acesso (carteira digital ou aplicativos dos bancos), o limite de juros é de 1,99% ao mês. Na CTPS, o trabalhador está autorizando todas instituições, e não é só o banco no qual o trabalhador tem clientela, a oferecer proposta. Há cerca de 100 instituições habilitadas", afirmou Carlos Augusto Gonçalves Júnior, secretário de Proteção ao Trabalhador do Ministério do Trabalho. "Funciona como um leilão reverso (com cada banco oferecendo suas propostas e condições). Ele vai escolher em até 24 horas e fecha a autorização. Vai para o ambiente do canal próprio, assina o contrato, que é averbado na plataforma em até 7 dias", explicou ele. Agora no g1 Segundo o governo, a ideia é que a garantia do FGTS barateie os juros cobrados nesta operação, uma vez que os bancos terão mais segurança ao conceder os empréstimos. "A iniciativa busca ampliar a concorrência entre as instituições financeiras e favorecer a oferta de crédito com juros mais baixos, além de contribuir para a redução da inadimplência nas operações de crédito consignado", informou o Ministério do Trabalho. ➡️Em 15 meses de funcionamento, o Consignado CLT viabilizou mais de R$ 130 bilhões para 10 milhões de trabalhadores com contratos ativos, dos quais quase R$ 110 bilhões em novos contratos. A diferença são contratos antigos que migraram para a nova plataforma. Comparação com aposentados e servidores Sem a regulamentação do uso das garantias, a taxa de juros média da modalidade ao setor privado operou, durante esse primeiro ano de vigência, no dobro dos empréstimos consignados aos servidores públicos e aos aposentados e pensionistas. ➡️Em abril deste ano, última informação disponibilizada pelo Banco Central, o juro do consignado CLT somou 3,79% ao mês, contra 1,8% ao mês dos aposentados e 1,8% ao mês dos servidores públicos. Mas a taxa do empréstimo da linha CLT ao setor privado ficou menor do que o cheque especial (7,61% ao mês) e cartão de crédito rotativo (14,95% ao mês), ambos registrados também em abril. De acordo com ranking disponibilizado pelo Banco Central, em sua página na internet, entre 28 de maio e 3 de junho, a taxa de juros da modalidade aos trabalhadores do setor privado varia de 1,61% a 5,62% ao mês. ➡️ As taxas médias divulgadas pelo BC não garantem que esse será o juro final para os trabalhadores. O valor efetivo dependerá da análise de risco feita pelas instituições financeiras, considerando fatores como garantia oferecida, tempo de trabalho e histórico de crédito. ➡️ Especialistas recomendam que os trabalhadores pesquisem amplamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, incentivando a concorrência entre os bancos antes de contratar um empréstimo. "A utilização do FGTS como garantia cria uma camada adicional de segurança para as operações e tende a tornar o mercado mais competitivo. Quando o risco diminui, existe espaço para condições mais favoráveis ao consumidor", avaliou Alexandre Matos, CEO da Vip Promotora. Entidades recomendam cautela Entidades de defesa do consumidor, entretanto, recomendam cautela ao trabalhador ao oferecer parte de seu FGTS como garantia a empréstimos bancários. A Proteste, por exemplo, lembra que, ao utilizar o FGTS como garantia, o trabalhador pode comprometer seus direitos trabalhistas sem perceber. ➡️Pelas regras, os bancos que ofertarem crédito consignado aos trabalhadores do setor privado, os celetistas, com uso do FGTS como caução poderão executar essas garantias no caso de demissão sem justa causa, ou seja, pegar os valores. "Em caso de demissão, as verbas rescisórias podem não cobrir o valor total da dívida. Por isso, tome bastante cuidado", orienta a Proteste (Instituto de Defesa do Consumidor). Especialistas do Procon de São Paulo reforçam que os interessados precisam compreender muito bem as regras desta nova modalidade e avaliar a real necessidade do empréstimo, analisando se a contratação não irá comprometer o orçamento e gerar uma situação de endividamento. “Esta retenção de parte do FGTS como garantia para um empréstimo mais barato, deve ser bastante planejada pelo consumidor, para que não se torne uma dificuldade, já que para os trabalhadores da iniciativa privada o Fundo representa uma reserva financeira estratégica”, alertou Luiz Orsatti Filho, diretor Executivo do Procon-SP, no ano passado. ➡️O Ministério do Trabalho, por sua vez, explicou que a utilização das garantias é facultativa e depende exclusivamente da decisão do trabalhador, que poderá escolher se deseja ou não utilizar parte de suas verbas rescisórias e do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nas operações de crédito. Também caberá ao trabalhador definir quando e quanto deseja comprometer. "O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reforça que a medida não representa saque automático do FGTS nem cria novos descontos imediatos para o trabalhador. Os recursos permanecem depositados na conta vinculada e somente poderão ser utilizados como garantia nas situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, respeitando os limites autorizados em lei", informou o governo. O empréstimo consignado CLT pode ser consultado no app Carteira de Trabalho Digital Pegatroco/Divulgação

O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro, a situação na maioria dos estados brasileiros segue indefinida em relação aos pré-candidatos para governo e Senado. Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina estão entre os poucos estados onde as alianças já foram confirmadas. Em São Paulo, a desistência de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão) deve levar a uma disputa inédita, que pode ser resolvida no 1° turno. Entre os partidos que têm representação na Câmara dos Deputados, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) foram confirmados como pré-candidatos ao governo de São Paulo. Alagoas, Minas Gerais, Amazonas e Espírito Santo são alguns dos estados em que os pré-candidatos ao governo não foram definidos. Há ainda indefinição dos pré-candidatos ao Senado em estados como Ceará e Paraná. Já no Acre, Roraima, Sergipe e Distrito Federal, a dúvida é sobre a pré-candidatura de alguns políticos que podem vir a ser considerados inelegíveis. Para fazer a lista dos possíveis candidatos nos estados e no Distrito Federal, o g1 considerou apenas aqueles que anunciaram publicamente a pré-candidatura. O cenário ainda pode mudar em alguns casos, a depender das convenções partidárias que acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto. Veja quais são os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado em cada estado: Acre Pré-candidatos ao governo estadual Alan Rick (Republicanos) Dr. Thor Dantas (PSB) Eudo Raffael (PCB) Mailza Assis (Progressistas) Tião Bocalom (PSDB) Pré-candidatos ao Senado Dr. Eduardo Velloso (Solidariedade) Gladson Camelí (PP) Inácio Moreira (Rede) Jorge Viana (PT) Junior Feitosa (DC) Mara Rocha (Republicanos) Márcio Bittar (PL) Sérgio Petecão (PSD) Alagoas Pré-candidatos ao governo estadual Renan Filho (MDB) Lenilda Luna (UP) Pré-candidatos ao Senado Renan Calheiros (MDB) Arthur Lira (PP) Alexandre Fleming (UP) Davi Davino Filho (Republicanos) Alfredo Gaspar (PL) Amazonas Pré-candidatos ao governo estadual Omar Aziz (PSD) David Almeida (Avante) Maria do Carmo Seffair (PL) Isael Munduruku (Rede) Pré-candidatos ao Senado Eduardo Braga (MDB) Wilson Lima (União Brasil) Plínio Valério (PSDB) Marcelo Ramos (PT) Capitão Alberto Neto (PL) Marcos Rotta (Avante) Ismael Munduruku (Rede) Chris Melchior (PSB) Amapá Pré-candidatos ao governo estadual Clécio Luis (União) Dr Furlan (PSD) Pré-candidatos ao Senado Rayssa Furlan (Podemos) Randolfe Rodrigues (PT) Teles Jr (PDT) João Alberto Capiberibe (PSB) Acácio Favacho (MDB) Alliny Serrão (União) Bahia Pré-candidatos ao governo estadual Jerônimo Rodrigues (PT) ACM Neto (União Brasil) Ronaldo Mansur (PSOL) José Estevão (DC) Pré-candidatos ao Senado Rui Costa (PT) Jaques Wagner (PT) Angelo Coronel (Republicanos) João Roma (PL) Delliana Ricelli (PSOL) Marcelo Santtana (DC) Ceará Pré-candidatos ao governo estadual Elmano de Freitas (PT) Ciro Gomes (PSDB) Eduardo Girão (Novo) Jarir Pereira (Psol) Giovanni Sampaio (PRD) Zé Batista (PSTU) Delegado Huggo Leonardo (Missão) Pré-candidatos ao Senado Capitão Wagner (União) Pastor Alcides Fernandes (PL) Priscila Costa (PL) Júnior Mano (PSB) Luizianne Lins (Rede) General Theóphilo (Novo) Anna Karina (PSOL) Professor Germano Lima (PSOL) Eunício Oliveira (MDB) Distrito Federal Pré-candidatos ao governo estadual Celina Leão (PP) José Roberto Arruda (PSD) Leandro Grass (PT) Paula Belmonte (PSDB) Ricardo Cappelli (PSB) Izalci Lucas (PL) Samara Mineiro (UP) Kiko Caputo (Novo) Pré-candidatos ao Senado Leila Barros (PDT) Michelle Bolsonaro (PL) Ibaneis Rocha (MDB) Erika Kokay (PT) Bia Kicis (PL) Sebastião Coelho (Novo) Espírito Santo Pré-candidatos ao governo estadual Ricardo Ferraço (MDB) Lorenzo Pazolini (Republicanos) Helder Salomão (PT) Breno Barcellos (Missão) Pré-candidatos ao Senado Renato Casagrande (PSB) Fabiano Contarato (PT) Maguinha Malta (PL) Manato (Republicanos) Marcos do Val (Podemos) Goiás Pré-candidatos ao governo estadual Daniel Vilela (MDB) Marconi Perillo (PSDB) Wilder Morais (PL) Adriana Accorsi (PT) Cíntia Dias (PSOL) Telêmaco Brandão (PN) Pré-candidatos ao Senado Gracinha Caiado (União) Vanderlan Cardoso (PSD) Dr. Zacharias Calil (MDB) Gustavo Gayer (PL) Delegado Humberto Teófilo (Novo) Alexandre Baldy (PP) Oséias Varão (PL) Iure Castro (Cidadania) Professor Marcelo Moreira (PSOL) Humberto Chaves (PSOL) Maranhão Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Braide (PSD) Orleans Brandão (MDB) Enilton Rodrigues (PSOL) Felipe Camarão (PT) Andre Luís (Missão) Pré-candidatos ao Senado André Fufuca (PP) Duarte Júnior (Avante) Weverton Rocha (PDT) Elizane Gama (PT) Antônia Cariongo (PSOL) Professor Franklin Douglas (PSOL) Lahésio Bonfim (NOVO) Roberto Rocha (NOVO) Hilton Gonçalo (Mobiliza) Minas Gerais Pré-candidatos ao governo estadual Mateus Simões (PSD) Alexandre Kalil (PDT) Jarbas Soares (PSB) Gabriel Azevedo (MDB) Ben Mendes (Missão) Túlio Lopes (PCB) Rafael Duda (PSTU) Maria da Consolação (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marília Campos (PT) Áurea Carolina (PSOL) Domingos Sávio (PL) Vanessa Portugal (PSTU) Carlos Viana (PSD) Marcelo Aro (PP) Mato Grosso do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Riedel (PP) Fábio Trad (PT) João Henrique Catan (Novo) Economista Renato (DC) Jeferson Bezerra (Agir) Lucien Rezende (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Vander Loubet (PT) Soraya Thronicke (PSB) Nelsinho Trad (PSD) Capitão Contar (PL) Reinaldo Azambuja (PL) Marcos Pollon (PL) Mato Grosso Pré-candidatos ao governo estadual Alex Pucinelli (Democrata) Caiubi Kuhn (PDT) Jayme Campos (União) Marcelo Maluf (Novo) Natasha Slhessarenko (PSD) Otaviano Pivetta (Republicanos) Wellington Fagundes (PL) Rafaell Milas (Missão) Pré-candidatos ao Senado Carlos Fávaro (PSD) Mauro Mendes (União) Janaina Riva (MDB) José Medeiros (PL) Pedro Taques (PSB) Pará Pré-candidatos ao governo estadual Araceli Lemos (Psol) Cléber Rabelo (PSTU) Daniel Santos (Podemos) Hana Ghassan (MDB) Mário Couto (DC) Pré-candidatos ao Senado Celso Sabino (PDT) Chicão (União) Éder Mauro (PL) Helder Barbalho (MDB) Paulo Rocha (PT) Zequinha Marinho (Podemos) Paraíba Pré-candidatos ao governo estadual Cícero Lucena (MDB) Efraim Filho (União Brasil) Lucas Ribeiro (PP) Olímpio Rocha (PSOL) Yuri Ezequiel (UP) Pré-candidatos ao Senado André Gadelha (MDB) João Azevêdo (PSB) Major Fábio (Novo) Marcelo Queiroga (PL) Nabor Wanderley (Republicanos) Rosilene Gomes (UP) Veneziano Vital do Rêgo (MDB) Pernambuco Pré-candidatos ao governo estadual Raquel Lyra (PSD) João Campos (PSB) Renan Hallais (Missão) Ivan Moraes (PSOL) Camila Falcão (UP) Pré-candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) Humberto Costa (PT) Paulo Rubem (Rede) Túlio Gadelha (PSD) Miguel Coelho (União Brasil) Piauí Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Fonteles (PT) Joel Rodrigues (PP) Toni Rodrigues (PL) Mainha (Podemos) Lúcia Santos (PSDB) Jesus Rodrigues (Cidadania) Elizeu Aguiar (Novo) Geraldo Carvalho (PSTU) Francisco Jurity (Democracia Cristã) Santiago Belizario (UP) Lourdes Melo (PCO) Professor Gisvaldo (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marcelo Castro (MDB) Júlio César (PSD) Ciro Nogueira (PP) Tiago Junqueira (PL) Dionísio Carvalho (DC) Evandro Marques (DC) Antonio Barros (Novo) Antonio José Lira (Avante) Jorge Lopes (PSDB) Ravenna Castro (Democrata) Pedro Laurentino (UP) Francinaldo Leão (PSOL) Kátia Picolé (Agir) Major Paulo Roberto (Mobiliza) Paraná Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Greca (MDB) Sergio Moro (PL) Luiz França (Missão) Requião Filho (PDT) Tony Garcia (DC) Samuel Mattos (PSTU) Sandro Alex (PSD) Pré-candidatos ao Senado Álvaro Dias (MDB) Alexandre Curi (Republicanos) Deltan Dallagnol (NOVO) Luiz Carlos Hauly (Podemos) Filipe Barros (PL) Gleisi Hoffmann (PT) Rio de Janeiro Pré-candidatos ao governo estadual André Marinho (Novo) André Português (Republicanos) Anthony Garotinho (Republicanos) Bombeiro Rafa (Missão) Cyro Garcia (PSTU) Douglas Ruas (PL) Eduardo Paes (PSD) Juliete Pantoja (UP) Luan Monteiro (PCO) Wiliam Siri (PSOL) Wilson Witzel (Democratas) Pré-candidatos ao Senado Benedita da Silva (PT) Marcelo Crivella (Republicanos) Márcio Canella (União) Miro Teixeira (PDT) Mônica Benício (PSOL) Pedro Paulo (PSD) Hélio Secco (Missão) Marcos Dias (Podemos) Aroldo Medina (Missão) Rio Grande do Norte Pré-candidatos ao governo estadual Allyson Bezerra (União Brasil) Álvaro Dias (PL) Cadu Xavier (PT) Francisco Dias (UP) Robério Paulino (PSOL) Dário Barbosa (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Coronel Hélio (PL) Styvenson Valentim (Podemos) Rafael Motta (PDT) Samanda Alves (PT) Sandro Pimentel (PSOL) Sônia Godeiro (PSOL) Oswaldo Negrão (PCdoB) Zenaide Maia (PSD) Rondônia Pré-candidatos ao governo estadual Adailton Fúria (PSD) Expedito Netto (PT) Hildon Chaves (União Brasil) Luiz Carlos Teodoro (PSOL) Marcos Rogério (PL) Samuel Costa (PSB) Pré-candidatos ao Senado Acir Gurgacz (PDT) Anandreia Trovó (PSOL) Bruno Scheid (PL) Luciana Oliveira (PT) Luís Fernando (PSD) Fernando Máximo (União Brasil) Mariana Carvalho (Republicanos) Neidinha Suruí (PSB) Nilton Souza (PSDB) Rosângela Cipriano (PSD) Sílvia Cristina (PP) Engenheiro Thulio (Missão) Roraima Pré-candidatos ao governo estadual Edilson Damião (União Brasil) Arthur Henrique (PL) Soldado Sampaio (Republicanos) Antonia Pedrosa (PT) Paulo Cesar Quartiero (DC) Pré-candidatos ao Senado Teresa Surita (MDB) Nicoletti (PL) Denarium (Republicanos) Bartô Macuxi (PSOL) Helena Lima (PSD) Mauro Asato (Democrata) Rio Grande do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Evandro Augusto (Missão) Gabriel Souza (MDB) Juliana Brizola (PDT) Luciano Zucco (PL) Marcelo Maranata (PSDB) Priscila Voigt (UP) Rejane Oliveira (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Frederico Antunes (PSD) Germano Rigotto (MDB) Manuela D’ávila (PSOL) Marcel van Hattem (Novo) Milton Cardoso (PSDB) Paulo Pimenta (PT) Renato Jaguarão (Cidadania) Ubiratan Sanderson (PL) Santa Catarina Pré-candidatos ao governo estadual Gelson Merísio (PSB) João Rodrigues (PSD) Jorginho Mello (PL) Laís Chaud (Unidade Popular) Marcelo Brigadeiro (Missão) Ralf Zimmer (PRD) Pré-candidatos ao Senado Afrânio Boppré (PSOL) Antídio Lunelli (MDB) Carlos Bolsonaro (PL) Carol de Toni (PL) Décio Lima (PT) Esperidião Amin (PP) Jeferson Rocha (PRD) Sergipe Pré-candidatos ao governo estadual Fábio Mitidieri (PSD) Valmir de Francisquinho (Republicanos) Ricardo Marques (PL) Emanuel Cacho (PSDB) Dr. Helton Monteiro (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alessandro Vieira (MDB) Rogério Carvalho (PT) Delegado André David (Republicanos) Eduardo Amorim (Republicanos) Adailton Sousa (Podemos) André Moura (União Brasil) Edvaldo Nogueira (PDT) Rodrigo Valadares (PL) Coronel Rocha (PL) Iran Barbosa (PSOL) São Paulo Pré-candidatos ao governo estadual Tarcísio de Freitas (Republicanos) Fernando Haddad (PT) Pré-candidatos ao Senado Simone Tebet (PSB) Márcio França (PSB) Marina Silva (Rede) Guilherme Derrite (PP) André do Prado (PL) Ricardo Salles (Novo) Pablo Marçal (União Brasil) Tocantins Pré-candidatos ao governo estadual Ataídes Oliveira (Novo) Amélio Cayres (Republicanos) Laurez Moreira (PSD) Professora Dorinha (União Brasil) Vicentinho Junior (PSDB) Witer Naves (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alexandre Guimarães (MDB) Carlos Gaguim (União Brasil) Eduardo Gomes (PL) Irajá Abreu (PSD) Fábio Ribeiro (Rede) Eli Borges (Republicanos) Mauro Carlesse (PSD) Vanderlei Luxemburgo (Podemos) Ronaldo Dimas (Podemos) Paulo Mourão (PT) Urna eletrônica exibida em evento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), no Rio Tânia Rêgo/Agência Brasil Indefinição nos estados Alagoas é um dos estados onde um dos principais nomes segue indefinido. João Henrique Caldas (PSDB), o JHC, deixou o cargo de prefeito de Maceió para concorrer às eleições, mas não confirmou se será candidato ao governo. Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) também é cotado, mas não confirmou a pré-candidatura. No Piauí, Mainha (Podemos), Lúcia Santos (PSDB) e Jesus Rodrigues (Cidadania) lançaram seus nomes, mas devem fechar uma chapa única a depender do resultado das pesquisas. Já no Mato Grosso, Jayme Campos (União) demonstrou interesse em disputar o governo, mas não teve sua candidatura confirmada pelo partido. No Amazonas, o campo da situação segue indefinido. O grupo governista, liderado pelo ex-governador Wilson Lima (União Brasil), pré-candidato ao Senado, não confirmou se o atual governador Roberto Cidade (União Brasil) tentará a reeleição. Já no Espírito Santo, o único pré-candidato oficialmente declarado é Ricardo Ferraço. Os demais falam em disputar o cargo, mas não bateram martelo. O mesmo acontece na disputa para o Senado. O único nome confirmado é Renato Casagrande (PSB). No Ceará, a principal indefinição é sobre quem serão os candidatos ao Senado, tanto pela chap da situação como da oposição. Já no Maranhão, o nome da deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB) tem aparecido com destaque nas pesquisas eleitorais, mas ela ainda não oficializou a pré-candidatura. Instabilidade jurídica No Distrito Federal, uma das principais dúvidas é se o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) poderá se candidatar ao governo ou se segue barrado pela Lei Ficha Limpa. Situação semelhante acontece em Sergipe, em relação à candidatura de Valmir de Francisquinho. Francisquinho havia perdido os direitos políticos em 2024, após condenação por improbidade administrativa enquanto era prefeito de Itabaiana. Em janeiro de 2026, conseguiu uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendendo a condenação. O cenário, contudo, pode mudar até as eleições. A situação jurídica também é instável para Denarium (Republicanos), pré-candidato ao Senado em Roraima. Ele foi declarado inelegível por 8 anos em abril, mas deve recorrer da decisão. Já no Acre, o ex-governador Gladson Camelí (PP), pré-candidato ao Senado, está recorrendo de uma condenação do STJ em maio. LEIA MAIS SOBRE 100 DIAS PARA AS ELEIÇÕES 2026: Disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, sombra do caso Master e desafio da inteligência artificial no TSE: o cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Eleitores independentes estão na mira dos presidenciáveis Uso de IA e propaganda antecipada geram enxurrada de ações no TSE Saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República Confira as principais datas do calendário eleitoral 2026 Colaboraram com essa reportagem: Victor Lebre, Jadson Lima, Iamany Santos, João Souza, Rafaela Paixão, Rafaelle Fróes, Rafaela Mansur, Loraine França, Arielly Barth, Taymã Carneiro, Jhonathan Oliveira, Pedro Alves, Douglas Maia, Amanda Oliveira, Diego Nuñez, John Pacheco, Letícia Dauer, Patrício Reis, Valéria Oliveira e Philipe Santos.
Fonte: Monitoramento de Mídia (SapiensLabs). Atualização: Tempo real.
Bahia tem cobertura de 11,1% em escolaridade superior, deixando um déficit estimado de 88,9%.