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PODE-SP
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O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro, a situação na maioria dos estados brasileiros segue indefinida em relação aos pré-candidatos para governo e Senado. Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina estão entre os poucos estados onde as alianças já foram confirmadas. Em São Paulo, a desistência de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão) deve levar a uma disputa inédita, que pode ser resolvida no 1° turno. Entre os partidos que têm representação na Câmara dos Deputados, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) foram confirmados como pré-candidatos ao governo de São Paulo. Alagoas, Minas Gerais, Amazonas e Espírito Santo são alguns dos estados em que os pré-candidatos ao governo não foram definidos. Há ainda indefinição dos pré-candidatos ao Senado em estados como Ceará e Paraná. Já no Acre, Roraima, Sergipe e Distrito Federal, a dúvida é sobre a pré-candidatura de alguns políticos que podem vir a ser considerados inelegíveis. Para fazer a lista dos possíveis candidatos nos estados e no Distrito Federal, o g1 considerou apenas aqueles que anunciaram publicamente a pré-candidatura. O cenário ainda pode mudar em alguns casos, a depender das convenções partidárias que acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto. Veja quais são os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado em cada estado: Acre Pré-candidatos ao governo estadual Alan Rick (Republicanos) Dr. Thor Dantas (PSB) Eudo Raffael (PCB) Mailza Assis (Progressistas) Tião Bocalom (PSDB) Pré-candidatos ao Senado Dr. Eduardo Velloso (Solidariedade) Gladson Camelí (PP) Inácio Moreira (Rede) Jorge Viana (PT) Junior Feitosa (DC) Mara Rocha (Republicanos) Márcio Bittar (PL) Sérgio Petecão (PSD) Alagoas Pré-candidatos ao governo estadual Renan Filho (MDB) Lenilda Luna (UP) Pré-candidatos ao Senado Renan Calheiros (MDB) Arthur Lira (PP) Alexandre Fleming (UP) Davi Davino Filho (Republicanos) Alfredo Gaspar (PL) Amazonas Pré-candidatos ao governo estadual Omar Aziz (PSD) David Almeida (Avante) Maria do Carmo Seffair (PL) Isael Munduruku (Rede) Pré-candidatos ao Senado Eduardo Braga (MDB) Wilson Lima (União Brasil) Plínio Valério (PSDB) Marcelo Ramos (PT) Capitão Alberto Neto (PL) Marcos Rotta (Avante) Ismael Munduruku (Rede) Chris Melchior (PSB) Amapá Pré-candidatos ao governo estadual Clécio Luis (União) Dr Furlan (PSD) Pré-candidatos ao Senado Rayssa Furlan (Podemos) Randolfe Rodrigues (PT) Teles Jr (PDT) João Alberto Capiberibe (PSB) Acácio Favacho (MDB) Alliny Serrão (União) Bahia Pré-candidatos ao governo estadual Jerônimo Rodrigues (PT) ACM Neto (União Brasil) Ronaldo Mansur (PSOL) José Estevão (DC) Pré-candidatos ao Senado Rui Costa (PT) Jaques Wagner (PT) Angelo Coronel (Republicanos) João Roma (PL) Delliana Ricelli (PSOL) Marcelo Santtana (DC) Ceará Pré-candidatos ao governo estadual Elmano de Freitas (PT) Ciro Gomes (PSDB) Eduardo Girão (Novo) Jarir Pereira (Psol) Giovanni Sampaio (PRD) Zé Batista (PSTU) Delegado Huggo Leonardo (Missão) Pré-candidatos ao Senado Capitão Wagner (União) Pastor Alcides Fernandes (PL) Priscila Costa (PL) Júnior Mano (PSB) Luizianne Lins (Rede) General Theóphilo (Novo) Anna Karina (PSOL) Professor Germano Lima (PSOL) Eunício Oliveira (MDB) Distrito Federal Pré-candidatos ao governo estadual Celina Leão (PP) José Roberto Arruda (PSD) Leandro Grass (PT) Paula Belmonte (PSDB) Ricardo Cappelli (PSB) Izalci Lucas (PL) Samara Mineiro (UP) Kiko Caputo (Novo) Pré-candidatos ao Senado Leila Barros (PDT) Michelle Bolsonaro (PL) Ibaneis Rocha (MDB) Erika Kokay (PT) Bia Kicis (PL) Sebastião Coelho (Novo) Espírito Santo Pré-candidatos ao governo estadual Ricardo Ferraço (MDB) Lorenzo Pazolini (Republicanos) Helder Salomão (PT) Breno Barcellos (Missão) Pré-candidatos ao Senado Renato Casagrande (PSB) Fabiano Contarato (PT) Maguinha Malta (PL) Manato (Republicanos) Marcos do Val (Podemos) Goiás Pré-candidatos ao governo estadual Daniel Vilela (MDB) Marconi Perillo (PSDB) Wilder Morais (PL) Adriana Accorsi (PT) Cíntia Dias (PSOL) Telêmaco Brandão (PN) Pré-candidatos ao Senado Gracinha Caiado (União) Vanderlan Cardoso (PSD) Dr. Zacharias Calil (MDB) Gustavo Gayer (PL) Delegado Humberto Teófilo (Novo) Alexandre Baldy (PP) Oséias Varão (PL) Iure Castro (Cidadania) Professor Marcelo Moreira (PSOL) Humberto Chaves (PSOL) Maranhão Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Braide (PSD) Orleans Brandão (MDB) Enilton Rodrigues (PSOL) Felipe Camarão (PT) Andre Luís (Missão) Pré-candidatos ao Senado André Fufuca (PP) Duarte Júnior (Avante) Weverton Rocha (PDT) Elizane Gama (PT) Antônia Cariongo (PSOL) Professor Franklin Douglas (PSOL) Lahésio Bonfim (NOVO) Roberto Rocha (NOVO) Hilton Gonçalo (Mobiliza) Minas Gerais Pré-candidatos ao governo estadual Mateus Simões (PSD) Alexandre Kalil (PDT) Jarbas Soares (PSB) Gabriel Azevedo (MDB) Ben Mendes (Missão) Túlio Lopes (PCB) Rafael Duda (PSTU) Maria da Consolação (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marília Campos (PT) Áurea Carolina (PSOL) Domingos Sávio (PL) Vanessa Portugal (PSTU) Carlos Viana (PSD) Marcelo Aro (PP) Mato Grosso do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Riedel (PP) Fábio Trad (PT) João Henrique Catan (Novo) Economista Renato (DC) Jeferson Bezerra (Agir) Lucien Rezende (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Vander Loubet (PT) Soraya Thronicke (PSB) Nelsinho Trad (PSD) Capitão Contar (PL) Reinaldo Azambuja (PL) Marcos Pollon (PL) Mato Grosso Pré-candidatos ao governo estadual Alex Pucinelli (Democrata) Caiubi Kuhn (PDT) Jayme Campos (União) Marcelo Maluf (Novo) Natasha Slhessarenko (PSD) Otaviano Pivetta (Republicanos) Wellington Fagundes (PL) Rafaell Milas (Missão) Pré-candidatos ao Senado Carlos Fávaro (PSD) Mauro Mendes (União) Janaina Riva (MDB) José Medeiros (PL) Pedro Taques (PSB) Pará Pré-candidatos ao governo estadual Araceli Lemos (Psol) Cléber Rabelo (PSTU) Daniel Santos (Podemos) Hana Ghassan (MDB) Mário Couto (DC) Pré-candidatos ao Senado Celso Sabino (PDT) Chicão (União) Éder Mauro (PL) Helder Barbalho (MDB) Paulo Rocha (PT) Zequinha Marinho (Podemos) Paraíba Pré-candidatos ao governo estadual Cícero Lucena (MDB) Efraim Filho (União Brasil) Lucas Ribeiro (PP) Olímpio Rocha (PSOL) Yuri Ezequiel (UP) Pré-candidatos ao Senado André Gadelha (MDB) João Azevêdo (PSB) Major Fábio (Novo) Marcelo Queiroga (PL) Nabor Wanderley (Republicanos) Rosilene Gomes (UP) Veneziano Vital do Rêgo (MDB) Pernambuco Pré-candidatos ao governo estadual Raquel Lyra (PSD) João Campos (PSB) Renan Hallais (Missão) Ivan Moraes (PSOL) Camila Falcão (UP) Pré-candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) Humberto Costa (PT) Paulo Rubem (Rede) Túlio Gadelha (PSD) Miguel Coelho (União Brasil) Piauí Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Fonteles (PT) Joel Rodrigues (PP) Toni Rodrigues (PL) Mainha (Podemos) Lúcia Santos (PSDB) Jesus Rodrigues (Cidadania) Elizeu Aguiar (Novo) Geraldo Carvalho (PSTU) Francisco Jurity (Democracia Cristã) Santiago Belizario (UP) Lourdes Melo (PCO) Professor Gisvaldo (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marcelo Castro (MDB) Júlio César (PSD) Ciro Nogueira (PP) Tiago Junqueira (PL) Dionísio Carvalho (DC) Evandro Marques (DC) Antonio Barros (Novo) Antonio José Lira (Avante) Jorge Lopes (PSDB) Ravenna Castro (Democrata) Pedro Laurentino (UP) Francinaldo Leão (PSOL) Kátia Picolé (Agir) Major Paulo Roberto (Mobiliza) Paraná Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Greca (MDB) Sergio Moro (PL) Luiz França (Missão) Requião Filho (PDT) Tony Garcia (DC) Samuel Mattos (PSTU) Sandro Alex (PSD) Pré-candidatos ao Senado Álvaro Dias (MDB) Alexandre Curi (Republicanos) Deltan Dallagnol (NOVO) Luiz Carlos Hauly (Podemos) Filipe Barros (PL) Gleisi Hoffmann (PT) Rio de Janeiro Pré-candidatos ao governo estadual André Marinho (Novo) André Português (Republicanos) Anthony Garotinho (Republicanos) Bombeiro Rafa (Missão) Cyro Garcia (PSTU) Douglas Ruas (PL) Eduardo Paes (PSD) Juliete Pantoja (UP) Luan Monteiro (PCO) Wiliam Siri (PSOL) Wilson Witzel (Democratas) Pré-candidatos ao Senado Benedita da Silva (PT) Marcelo Crivella (Republicanos) Márcio Canella (União) Miro Teixeira (PDT) Mônica Benício (PSOL) Pedro Paulo (PSD) Hélio Secco (Missão) Marcos Dias (Podemos) Aroldo Medina (Missão) Rio Grande do Norte Pré-candidatos ao governo estadual Allyson Bezerra (União Brasil) Álvaro Dias (PL) Cadu Xavier (PT) Francisco Dias (UP) Robério Paulino (PSOL) Dário Barbosa (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Coronel Hélio (PL) Styvenson Valentim (Podemos) Rafael Motta (PDT) Samanda Alves (PT) Sandro Pimentel (PSOL) Sônia Godeiro (PSOL) Oswaldo Negrão (PCdoB) Zenaide Maia (PSD) Rondônia Pré-candidatos ao governo estadual Adailton Fúria (PSD) Expedito Netto (PT) Hildon Chaves (União Brasil) Luiz Carlos Teodoro (PSOL) Marcos Rogério (PL) Samuel Costa (PSB) Pré-candidatos ao Senado Acir Gurgacz (PDT) Anandreia Trovó (PSOL) Bruno Scheid (PL) Luciana Oliveira (PT) Luís Fernando (PSD) Fernando Máximo (União Brasil) Mariana Carvalho (Republicanos) Neidinha Suruí (PSB) Nilton Souza (PSDB) Rosângela Cipriano (PSD) Sílvia Cristina (PP) Engenheiro Thulio (Missão) Roraima Pré-candidatos ao governo estadual Edilson Damião (União Brasil) Arthur Henrique (PL) Soldado Sampaio (Republicanos) Antonia Pedrosa (PT) Paulo Cesar Quartiero (DC) Pré-candidatos ao Senado Teresa Surita (MDB) Nicoletti (PL) Denarium (Republicanos) Bartô Macuxi (PSOL) Helena Lima (PSD) Mauro Asato (Democrata) Rio Grande do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Evandro Augusto (Missão) Gabriel Souza (MDB) Juliana Brizola (PDT) Luciano Zucco (PL) Marcelo Maranata (PSDB) Priscila Voigt (UP) Rejane Oliveira (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Frederico Antunes (PSD) Germano Rigotto (MDB) Manuela D’ávila (PSOL) Marcel van Hattem (Novo) Milton Cardoso (PSDB) Paulo Pimenta (PT) Renato Jaguarão (Cidadania) Ubiratan Sanderson (PL) Santa Catarina Pré-candidatos ao governo estadual Gelson Merísio (PSB) João Rodrigues (PSD) Jorginho Mello (PL) Laís Chaud (Unidade Popular) Marcelo Brigadeiro (Missão) Ralf Zimmer (PRD) Pré-candidatos ao Senado Afrânio Boppré (PSOL) Antídio Lunelli (MDB) Carlos Bolsonaro (PL) Carol de Toni (PL) Décio Lima (PT) Esperidião Amin (PP) Jeferson Rocha (PRD) Sergipe Pré-candidatos ao governo estadual Fábio Mitidieri (PSD) Valmir de Francisquinho (Republicanos) Ricardo Marques (PL) Emanuel Cacho (PSDB) Dr. Helton Monteiro (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alessandro Vieira (MDB) Rogério Carvalho (PT) Delegado André David (Republicanos) Eduardo Amorim (Republicanos) Adailton Sousa (Podemos) André Moura (União Brasil) Edvaldo Nogueira (PDT) Rodrigo Valadares (PL) Coronel Rocha (PL) Iran Barbosa (PSOL) São Paulo Pré-candidatos ao governo estadual Tarcísio de Freitas (Republicanos) Fernando Haddad (PT) Pré-candidatos ao Senado Simone Tebet (PSB) Márcio França (PSB) Marina Silva (Rede) Guilherme Derrite (PP) André do Prado (PL) Ricardo Salles (Novo) Pablo Marçal (União Brasil) Tocantins Pré-candidatos ao governo estadual Ataídes Oliveira (Novo) Amélio Cayres (Republicanos) Laurez Moreira (PSD) Professora Dorinha (União Brasil) Vicentinho Junior (PSDB) Witer Naves (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alexandre Guimarães (MDB) Carlos Gaguim (União Brasil) Eduardo Gomes (PL) Irajá Abreu (PSD) Fábio Ribeiro (Rede) Eli Borges (Republicanos) Mauro Carlesse (PSD) Vanderlei Luxemburgo (Podemos) Ronaldo Dimas (Podemos) Paulo Mourão (PT) Urna eletrônica exibida em evento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), no Rio Tânia Rêgo/Agência Brasil Indefinição nos estados Alagoas é um dos estados onde um dos principais nomes segue indefinido. João Henrique Caldas (PSDB), o JHC, deixou o cargo de prefeito de Maceió para concorrer às eleições, mas não confirmou se será candidato ao governo. Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) também é cotado, mas não confirmou a pré-candidatura. No Piauí, Mainha (Podemos), Lúcia Santos (PSDB) e Jesus Rodrigues (Cidadania) lançaram seus nomes, mas devem fechar uma chapa única a depender do resultado das pesquisas. Já no Mato Grosso, Jayme Campos (União) demonstrou interesse em disputar o governo, mas não teve sua candidatura confirmada pelo partido. No Amazonas, o campo da situação segue indefinido. O grupo governista, liderado pelo ex-governador Wilson Lima (União Brasil), pré-candidato ao Senado, não confirmou se o atual governador Roberto Cidade (União Brasil) tentará a reeleição. Já no Espírito Santo, o único pré-candidato oficialmente declarado é Ricardo Ferraço. Os demais falam em disputar o cargo, mas não bateram martelo. O mesmo acontece na disputa para o Senado. O único nome confirmado é Renato Casagrande (PSB). No Ceará, a principal indefinição é sobre quem serão os candidatos ao Senado, tanto pela chap da situação como da oposição. Já no Maranhão, o nome da deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB) tem aparecido com destaque nas pesquisas eleitorais, mas ela ainda não oficializou a pré-candidatura. Instabilidade jurídica No Distrito Federal, uma das principais dúvidas é se o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) poderá se candidatar ao governo ou se segue barrado pela Lei Ficha Limpa. Situação semelhante acontece em Sergipe, em relação à candidatura de Valmir de Francisquinho. Francisquinho havia perdido os direitos políticos em 2024, após condenação por improbidade administrativa enquanto era prefeito de Itabaiana. Em janeiro de 2026, conseguiu uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendendo a condenação. O cenário, contudo, pode mudar até as eleições. A situação jurídica também é instável para Denarium (Republicanos), pré-candidato ao Senado em Roraima. Ele foi declarado inelegível por 8 anos em abril, mas deve recorrer da decisão. Já no Acre, o ex-governador Gladson Camelí (PP), pré-candidato ao Senado, está recorrendo de uma condenação do STJ em maio. LEIA MAIS SOBRE 100 DIAS PARA AS ELEIÇÕES 2026: Disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, sombra do caso Master e desafio da inteligência artificial no TSE: o cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Eleitores independentes estão na mira dos presidenciáveis Uso de IA e propaganda antecipada geram enxurrada de ações no TSE Saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República Confira as principais datas do calendário eleitoral 2026 Colaboraram com essa reportagem: Victor Lebre, Jadson Lima, Iamany Santos, João Souza, Rafaela Paixão, Rafaelle Fróes, Rafaela Mansur, Loraine França, Arielly Barth, Taymã Carneiro, Jhonathan Oliveira, Pedro Alves, Douglas Maia, Amanda Oliveira, Diego Nuñez, John Pacheco, Letícia Dauer, Patrício Reis, Valéria Oliveira e Philipe Santos.

Investigadores afirmam que o Grupo Refit sonegava impostos em toda a cadeia dos combustívei Reprodução/TV Globo O governo do Rio de Janeiro deu o tiro de misericórdia no maior esquema de sonegação fiscal já ocorrido estado do Rio. A pedido da Secretaria de Estado de Fazenda, a Refit, antiga refinaria de Manguinhos, perdeu o direito ao diferimento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na importação de combustível. O benefício era o motor do mecanismo criminoso. A Refit importava combustível quase prontos, mas fingia que o material era matéria-prima e simulava uma operação de refino na sua unidade fantasma de Manguinhos. Investigações indicam que era só fachada para não pagar o ICMS na chegada do combustível ao país. Com o diferimento, que é a postergação de pagamentos de impostos, a empresa só deveria pagar o tributo no momento da venda para o consumidor final -- o que ela nunca fazia. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Como não pagava impostos nem na chegada do combustível no país, nem na venda no posto de gasolina, a Refit conseguia vender o produto mais barato do que a concorrência, destruindo o mercado formal que paga impostos. Com o dinheiro que sobrava, comprava políticos, como indicam as investigações ainda em curso na Polícia Federal (PF). A secretaria de Fazenda do Rio já comunicou ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) o desenquadramento da Refit no benefício fiscal. Após um pente-fino, auditores encontraram inconsistências na documentação apresentada para comprovar os requisitos necessários para autorizar o recebimento do incentivo. Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro Nogueira Com a anulação do benefício, a secretaria vai realizar uma fiscalização para verificar se a refinaria fez o uso irregular do benefício. Caso isso seja comprovado, a empresa poderá ser multada. A decisão, tomada pelo secretário Guilherme Mercez, contraria uma série de interesses políticos no estado do Rio, mas o episódio guarda uma ironia: ele foi afastado do cargo, no governo Cláudio Castro (PL), por contrariar os interesses da Refit. Quando secretário de Fazenda, Mercês fechou o cerco contra grandes devedores do estado em atuação com respaldo jurídico do procurador Bruno Dubeux -- que se recusava a assinar pareceres que beneficiassem a Refit. O resultado do trabalho da dupla fez a arrecadação do estado aumentar 17% em 2021, colocando R$ 800 milhões a mais no caixa estadual naquele ano. Os dois foram afastados no governo Castro e reconduzidos assim que o governador interino, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto, assumiu. LEIA TAMBÉM Governo do RJ bloqueia 19 empresas, ligadas à Refit, de emitirem notas de compra e venda RJ cassa a Inscrição Estadual da Refit Refit: veja o histórico de investigações no grupo empresarial, apontada como o maior devedor de impostos do Brasil Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro Nogueira, diz PF Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal

Sydnei Pereira, prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante A Justiça determinou o afastamento do atual prefeito Sydnei Pereira (PCdoB) em Anajatuba, a 137 km de São Luís. Ele é suspeito em diversos processos por desvios de dinheiro público que são alvos de investigações federais. Na decisão, o juiz Bruno Chaves de Oliveira afirma que há evidências de simulação, favorecimento e até mesmo a falta de formalidade legal em contratos da prefeitura. O juiz cita ainda um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que aponta superfaturamento de itens que estavam em contratos, mas não foram entregues para a prefeitura. O relatório indica também: Pesquisa de preços fictícia Falta de notas fiscais Abastecimento de veículos que não estavam autorizados a prestarem serviço na área da saúde Combustível com preços superiores aos de mercado Aquisição de combustível sem comprovar a sua destinação Contratação de empresas fornecedoras sem a necessária qualificação técnica Alteração da quantidade de veículos de transporte de pacientes (24 veículos supostamente foram utilizados para o transporte de pacientes para São Luís/MA, porém os pacientes só eram transportados em uma Van) Ausência de indicação da placa dos veículos supostamente abastecidos Motocicletas abastecidas com quantidade de litros acima da capacidade do tanque Notas fiscais sem a placa do veículo abastecido e sem assinatura do condutor Utilização de posto de combustível não contratado para o abastecimento da frota municipal Atestado de capacidade técnica com fortes indícios de conteúdo falso Pagamento indevido a fornecedor por materiais de construção não comprovadamente entregues ou efetivamente utilizados em ações de saúde Contratação de empresas sem capacidade operacional Contratos simulados de locação de veículos Despesas de manutenção dos veículos por conta de seus proprietários Ausência de identificação do beneficiário final das despesas Em outro momento, o magistrado explica a principal motivação para o afastamento do atual prefeito. Segundo Bruno Chaves, há 'risco sério e concreto' de que Sydnei Pereira e sua gestão ainda possam, nesses últimos dias do seu mandato, destruir o que ainda restou nos arquivos públicos do município, como documentos dos procedimentos licitatórios e contratações que fazem parte das investigações contra ele. Em 2018, o Ministério Público do Maranhão já havia pedido o afastamento do prefeito de Anajatuba. Na época, o promotor Carlos Augusto Soares afirmou: “Há um número muito grande de notícias de irregularidades sendo investigados. O que se observa é que o gestor está utilizando de artifícios para impedir a elucidação desses casos e o afastamento dele é necessário”, declarou Carlos Augusto Soares, Promotor de Justiça de Anajatuba. Investigações federais sobre supostos desvios de dinheiro público em Anajatuba são destaque no Bom Dia Brasil Sidney Pereira e Helder Aragão Em 2015, Sidney Pereira denunciou por corrupção o então prefeito do qual ele era vice, Helder Aragão. O prefeito foi afastado e ele assumiu a Prefeitura. Sydnei foi reeleito em 2016 e passou a enfrentar denúncias até da Câmara Municipal, onde um vereador do mesmo partido chegou a entrar com oito representações em órgãos de fiscalização. O caso foi destaque no Bom Dia Brasil. “O que mais me deixa triste é que o gestor atual anda fazendo as mesmas coisas que o outro estava fazendo", contou Lauro Sousa, vereador do PCdoB. Nas eleições de 2020, Helder Aragão venceu e vai assumir a prefeitura a partir de janeiro de 2021. Mesmo sendo do mesmo partido, o vereador Lauro Sousa já entrou com oito representações contra o prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Investigações Constam nas investigações, o fechamento de escolas por falta de dinheiro e milhões de reais gastos em licitações suspeitas. No campo da educação, a Prefeitura de Anajatuba cortou o transporte escolar em alguns povoados por causa da situação das estradas. Condições de estradas em Anajatuba fizeram a Prefeitura cortar o transporte escolas em povoados Reprodução/TV Mirante A atual gestão também chegou a fechar 21 escolas, de acordo com o Sindicato dos Professores. Antes haviam 55 escolas na cidade. Em 2018, a prefeitura justificou o fechamento pela falta de recurso para manter os professores. Buraco em parede ao lado do quadro negro em escola de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Malharia ‘ Maria dos Milagres’ Os contratos com uma malharia de São Luís também são alvo de investigação. Entre 2016 e 2017, a malharia Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquinho vendeu R$ 410 mil à Prefeitura de Anajatuba em artigos esportivos e brinquedos. Só em 2017 foram R$ 321 mil pagos à malharia, segundo o Tribunal de Contas do Estado. No ano passado foram pagos R$ 321mil à malharia 'Maria dos Milagres', segundo o TCE, em artigos esportivos e brinquedos.. Reprodução/TV Mirante Entre os itens vendidos estão bolas, chuteiras, redes de vôlei, 30 pares de rede oficial de campo de futebol. Mas o principal campo da cidade não tinha trave e estava coberto pelo mato. Nos povoados do interior as pessoas disseram que nunca viram artigos de esporte. Em nota, a malharia 'Maria dos Milagres' disse que participou da licitação com seriedade e responsabilidade e que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento. Brunopel Outros pagamentos que chamaram a atenção foram os recebidos pela autopeças Brunopel, que recebeu R$ 455 mil com vendas de peças para carros de Anajatuba em 2016. Em 2017, a autopeças também recebeu R$ 8,4 milhões do município de Anajatuba em peças e locação de veículos. Na cidade, órgãos públicos como o Conselho Tutelar reclamavam que não tinham carro pra trabalhar. "A gente solicita às vezes o apoio da polícia quando é emergência e quando não a gente está esperando a solução para continuar com o nosso trabalho", contou Telmo Lopes, coordenador-geral do Conselho Tutelar da cidade de Anajatuba. Autopeças Brunopel recebeu R$ 8,4 milhões de Anajatuba em peças e locação de veículos, segundo o TCE Reprodução/TV Mirante Entre os sócios da Brunopel está uma mulher descrita como Rosalina Pereira Silva, que é ex-mulher de um doador de campanha de Sydnei Pereira chamado Cosme Pereira de Souza, que doou R$ 2.500 na campanha. Ela foi procurada pela reportagem, mas não se conseguiu contato. Cosme também é tio da então secretária de administração do município, Pollyana Lisboa. Ela negou ligações da família dela com o prefeito. “Não temos nenhuma ligação com o Prefeito, a não ser a empresa que concorreu, ganhou e nem faz parte mais da Prefeitura", disse a secretária de administração de Anajatuba, Pollyana Lisboa. Cosme Pereira também era dono de um carro de luxo avaliado em mais de 120 mil reais, que o prefeito da cidade usava no dia-a-dia. O prefeito diz que o carro que ele usava era alugado e Cosme Pereira não foi encontrado. "Ele tinha o contrato de locação de veículo. Então ele me alugou esse carro para o gabinete. Aí quando ele perdeu o contrato, a empresa que ganhou o contrato comprou o carro dele e permaneceu o aluguel. Ele continua sendo alugado o carro", respondeu o prefeito Sydnei Pereira. Apesar do que consta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Sydnei Pereira negou que Cosme tenha sido doador de campanha e diz que contratou a sobrinha de Cosme como secretária por causa da competência dela. "Essa menina eu conheci ela na empresa dele com relação ao processo que eles tinham com a gente de fornecimento e ela se mostrou, à epoca, muito eficiente", afirmou o Prefeito. Consulta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indica que um homem chamado Cosme Pereira foi doador de campanha de Sydnei Pereira Reprodução/TV Mirante O prefeito diz ainda que não pagou os oito milhões à autopeças em 2017, apesar dos valores constarem na prestação de contas do município, junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) como pagos. "Não tem nem como uma prefeitura no porte de Anajatuba pagar nem a metade disso aí", afirmou o prefeito. Procurador Jairo Cavalcanti explicou que é considerado pagamento quando um documento chega ao TCE e há comprovação de transferência bancária, como um dos exemplos. Reprodução/TV Mirante Entretanto, o procurador de contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Jairo Cavalcanti, explicou como funcionam a comprovação de pagamentos e diz que o valor foi realmente pago. "Quando o documento chega aqui sendo comprovado que houve transferência bancária.... um recibo ou um cheque em favor do credor... nós consideramos que esse valor foi efetivamente pago", asseverou o procurador. Uso do dinheiro público é alvo de investigações federais na Prefeitura de Anajatuba, no Maranhão

Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Rodeio foi atração na abertura da 35ª Expoari Rinaldo Moreira/ G1 A 35ª edição da Exposição Agropecuária de Ariquemes (Expoari), no Vale do Jamari, iniciou na noite de sábado (21) com inauguração do Museu da Associação Pecuarista de Ariquemes (APA), queima de fogos e show de Bruno e Marrone. O evento, considerado a maior feira agropecuária do estado, acontece até o domingo (29). Os visitantes do Parque de Exposição em Ariquemes poderão conhecer um pouco mais da história da Expoari visitando o museu da Associação dos Pecuaristas de Ariquemes (APA) inaugurado na noite de sábado. O presidente da APA, Antônio Henrique Duran, creditou o crescimento da associação na força dos seus associados e diretores que se unem no intuito fomentar o agronegócio, gerando oportunidades para o homem do campo e cidade. “A APA sobrevive e evoluiu porque ela tem uma fundação muito forte, temos muitos sócios, minha equipe hoje são 27 diretores que ajudam fazer esta festa” Disse Duran. O início do rodeio regional chamou a atenção dos expectadores que das arquibancadas torciam pelos peões na batalha para parar oito segundos sobre o touro. Confira as imagens da primeira noite da Expoari Show de Bruno e Marrone atraiu grande público na abertura da 35ª Expoari Rinaldo Moreira/ G1 Assim que o rodeio terminou, quem tomou conta da arena foram os fãs da dupla sertaneja Bruno e Marrone, que cantaram sucessos do passado como “Agarrada em mim”, “Meu jeito de sentir” e sucessos recentes como “Na conta da loucura”. A 35ª Expoari acontece até o domingo (29). Na terça feira (24) terá inicio a Agroari com participação de empresas e técnicos, que apresentarão novidades do agronegócio às caravanas de produtores e pecuarista Vale do Jamari. Veja mais notícias da região no G1 Ariquemes e Vale do Jamari.
Fonte: Monitoramento de Mídia (SapiensLabs). Atualização: Tempo real.
São Paulo tem cobertura de 22,6% em escolaridade superior, deixando um déficit estimado de 77,4%.