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PSDB-TO
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Camara/SenadoBaixa diversidade de fornecedores pode indicar ponto de revisão, sem indicar irregularidade por si so.
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Camara/SenadoSinais estatisticos ou padroes de concentração calculados a partir das despesas oficiais.
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A menos de um mês do início das convenções partidárias — momento em que os partidos precisam bater o martelo sobre quem será lançado nas eleições —, as equipes de pré-campanha dos presidenciáveis articulam nomes para os vice-candidatos na chapa. Dois atributos principais são levados em consideração, de acordo com os interlocutores das pré-campanhas. Primeiro, nomes que possam reduzir resistências em parte do eleitorado. Em 2022, por exemplo, o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um gesto ao Centro ao convidar Geraldo Alckmin (PSB), seu então adversário histórico, para ser seu vice. Agora no g1 Agora, o senador Flávio Bolsonaro (PL) tenta ganhar força entre o eleitorado feminino e busca uma mulher para compor sua chapa eleitoral. “O bom vice agrega. Ele pode não necessariamente agregar voto porque o cabeça de chapa é o cabeça de chapa, dificilmente o vice agrega tanta votação assim. Mas o vice é uma sinalização que o partido faz para uma parcela do eleitorado, para a opinião pública e para outros partidos”, explica o cientista político Carlos Ranulfo, cientista político da Universidade Federal de Minas Gerais. Por essa sinalização, alguns pré-candidatos buscam um vice que possa “furar a bolha” do seu eleitorado e querem evitar uma chapa “puro sangue”, ou seja, formada por dois integrantes da mesma sigla. “Tem situações em que o vice não faz diferença nenhuma”, diz Ranulfo. “A chapa puro sangue você mostra que é só o seu perfil, não precisa sinalizar para ninguém.” Outro ponto relevante, segundo articuladores das equipes, é a coligação partidária. Ou seja, conquistar um candidato à vice que venha acompanhado de outro partido. Na prática, isso oferece à chapa maior tempo de rádio e TV — trunfo fundamental durante uma campanha presidencial. A coligação também deve ser definida no período das convenções partidárias, que começam no dia 20 de julho e vão até o dia 5 de agosto. Lula e Alckmin em cerimônia Ricardo Stuckert/PR Lula (PT) No fim de março, o presidente Lula confirmou que repetiria a formação da sua chapa em 2022, ou seja, com Geraldo Alckmin na vice-presidência. Aliados de Alckmin no PSB passaram meses defendendo a continuidade do seu nome e destacam três qualidades que, segundo eles, o tornam “vice-perfeito”: discrição, já que não tenta chamar mais atenção do que Lula; fidelidade, característica fundamental diante do trauma do PT com o impeachment de Dilma Rousseff; e competência diante das articulações contra o tarifaço de Donald Trump, já que Alckmin era também ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A decisão de continuidade, contudo, não foi simples. No início do ano, parte do entorno do presidente Lula defendia a chapa com um vice do MDB, sob o argumento de que “furaria a bolha” da centro-esquerda e poderia agregar mais votos, além de ser um partido maior do que o PSB de Alckmin. A ideia chegou a ser defendida por nomes como Renan Filho e Renan Calheiros, ambos do MDB, mas sofreu resistências dentro do próprio partido, que guarda identificação com a direita em alguns locais, por exemplo em São Paulo com o prefeito Ricardo Nunes (MDB). O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) (c), faz um pronunciamento na tarde desta terça-feira, 19 de maio de 2026, na sede de seu partido em Brasília (DF). Wilton Junior/Estadão Conteúdo Flávio Bolsonaro (PL) Não é de hoje que a campanha de Flávio Bolsonaro busca por uma mulher para assumir o posto de vice-presidente na chapa, em uma tentativa de angariar mais votos femininos. Depois da divulgação do vídeo da ex-primeira dama e madrasta de Flávio, Michelle Bolsonaro, o critica, a ideia ganhou força e “se tornou uma necessidade”, segundo aliados. “Agora não resta dúvidas que é o único caminho", diz um integrante do PL. Articulares de Flávio defendem dois pontos como inegociáveis: que seja uma mulher e que venha de algum partido do Centrão, também na tentativa de conquistar uma coligação com mais tempo de TV e sinalizar para o centro. Neste perfil, três nomes despontam nas conversas. A deputada federal Simone Marquetto (PP-SP), que vem de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, e é católica praticante, o que poderia atrair votos entre os católicos. A também deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE), que além de evangélica — público que Flávio também deseja conquistar — é de um estado do Nordeste, região que historicamente entrega mais votos para o PT. E, por fim, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), chamada por aliados de Flávio como “nome impecável” e que agregaria “fôlego de experiência” para Flávio, que pode ser visto como alguém muito jovem. Além de atrair o agronegócio, a avaliação de interlocutores do PL é que a senadora funcionaria até como um “antídoto” ao discurso do presidente Lula de soberania nacional, já que ela atua desde o primeiro dia contra o tarifaço de Donald Trump. Em abril, a própria senadora, contudo, disse em entrevista ao Estúdio i, da Globonews, que a ideia é “especulação”. O irmão de Flávio e deputado licenciado Eduardo Bolsonaro já defendeu outro nome, o da também deputada federal Julia Zanatta (PL-SC). Integrantes mais pragmáticos do PL, contudo, são contra uma chapa puro-sangue e dizem que a campanha “não pode cometer esse erro”. Além de defenderem alguém que possa trazer consigo um partido grande, como o PP ou o União Brasil, esses interlocutores da campanha de Flávio falam que é preciso ter um nome que possa agregar votos de fora da bolha bolsonarista — algo que, na avaliação deles, não seria possível com Zanatta. O ex-governador Romeu Zema (Novo), em visita à Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Érico Andrade/g1 Romeu Zema (Novo) A expectativa do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema é anunciar o nome de seu vice na chapa já nos próximos dias. Em entrevista ao "Estado de S. Paulo", Zema disse que pretende anunciar o nome na semana que vem. Integrantes da sua campanha confirmam que algumas conversas estão avançadas e que um nome que vem sendo cortejado é o de Geraldo Rufino, filiado ao Podemos. Segundo um interlocutor do ex-governador, Rufino poderia trazer diversidade à chapa por se tratar de um homem negro. Além disso, é elogiado por “ter um histórico de tombos e renascimentos”, já que foi catador de latinhas na juventude e hoje é empreendedor, escritor e palestrante. Rufino é próximo de Zema e poderia trazer para a chapa a coligação com o Podemos, garantindo ao Zema tempo de TV — algo que hoje o Novo não tem, por ser um partido muito pequeno. Conversas já foram feitas entre as cúpulas do Novo e do Podemos, mas não há martelo batido. No Podemos, há um desejo de que Rufino possa concorrer ao Senado. Ronaldo Caiado (PSD) durante evento em Aracaju TV Sergipe Ronaldo Caiado (PSD) Na equipe do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, o que se diz é que não há nenhum nome na agenda e a decisão deve demorar a ser tomada, ficando para o período das convenções partidárias. Um integrante da equipe de Caiado avalia, ainda, que o vídeo publicado por Michelle Bolsonaro contra Flávio “congela essa decisão”. “A política está entendendo que o vídeo de Michelle pode precificar uma queda de Flávio. Eu acho que ninguém vai se movimentar pra valer depois disso", diz esse interlocutor de Caiado, sugerindo que o melhor é esperar para tomar qualquer decisão já que, ainda que improvável neste momento, uma eventual retirada de candidatura de Flávio poderia mudar o jogo político dos outros candidatos da direita. Mais do que ter um nome que agrega na candidatura, a avaliação de aliados de Caiado é que ele precisa de tempo de TV para se tornar mais conhecido. Até o momento, porém, nenhum partido grande se articulou para se unir ao ex-governador na chapa. O pré-candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, durante evento em Brasília Sérgio Lima/Novo Selo Renan Santos (Missão) Outro presidenciável que ainda não encontrou um nome para seu vice de chapa é Renan Santos. Embora seus interlocutores digam que não há prazo para a definição, existe a expectativa de que a decisão possa acontecer daqui a um mês — período de início das convenções. Segundo sua equipe, o mais provável é que o nome venha de dentro do partido Missão, mas não descartam a possibilidade de conversar com outra sigla.
Pai é preso no Espírito Santo após revelar intenção de matar filho ao ChatGPT O pai preso no Espírito Santo por planejar a morte do filho de 8 anos foi denunciado após conversar sobre o caso com o ChatGPT. A OpenAI, criadora do assistente de inteligência artificial, informou o ocorrido ao FBI, que repassou as informações às autoridades brasileiras. O homem foi preso em 19 de junho, um dia antes da data que havia escolhido para cometer o crime. Antes, escreveu no ChatGPT que estaria com uma arma, uma corda e veneno e que realizaria atentados em espaços públicos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Procurada pelo g1, a OpenAI disse que seus sistemas são feitos para manter as pessoas seguras e que o caso mostra a importância dessas medidas. "Quando identificamos conversas que indicam um risco iminente e crível de dano a outras pessoas, podemos notificar as autoridades competentes", disse a empresa. Pai que planejava matar o filho no Espírito Santo disse ao ChatGPT que ofereceu R$ 50 mil a pistoleiro Reprodução/PCES Nas mensagens, o homem escreveu que tentou contratar um pistoleiro por R$ 50 mil para matar o filho, mas que a proposta foi recusada após informar que a vítima era uma criança. "Queria saber de onde vem essa vontade de matar as pessoas. Eu gosto de ver outra pessoa sofrer", disse, em uma das mensagens. Assistentes como o ChatGPT monitoram tudo o que é dito em conversas, ainda que a maior parte da revisão seja feita por sistemas automatizados, disse Álvaro Machado Dias, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "No caso do pai do Espírito Santo, a fronteira foi cruzada porque havia vítima identificada, método, meios e data próxima. Ou seja, o alerta disparado foi de máxima severidade", afirmou. Veja mensagens de pai ao ChatGPT enquanto planejava matar o filho de 8 anos Como o ChatGPT detecta casos suspeitos A OpenAI diz que começa a análise por meio de sistemas automatizados, que incluem modelos de IA capazes de categorizar conteúdos e fazer análises mais complexas sobre o contexto da conversa. A etapa inclui ainda bancos de dados que reúnem arquivos já sinalizados, como acontece nos casos de exploração sexual infantil, e listas de termos proibidos na conversa. Caso a conversa seja sinalizada por esses mecanismos, ela é enviada para moderadores humanos. Eles analisam a atividade para indicar se houve violação de políticas e se o usuário realmente pode cometer um ato de violência. Os moderadores podem classificar a atividade como um caso de baixo risco ou desativar a conta e entrar em contato com pessoas e organizações mais capazes de resolver a situação, como aconteceu no Espírito Santo. O ChatGPT-4o foi anunciado e lançado pela OpenAI em 13 de maio de 2024 NurPhoto via Getty Images A empresa chegou a ser processada em 2025 sob a acusação de contribuir para suicídio de um jovem de 16 anos nos Estados Unidos, em vez de adotar salvaguardas como direcioná-lo a linhas de apoio para situações de crise. Em comunicado de abril de 2026, a companhia disse trabalhar para o ChatGPT rejeitar pedidos para facilitar casos de violência, ao mesmo tempo em que busca fazer o serviço diferenciar casos problemáticos de perguntas neutras por razões históricas ou educacionais, por exemplo. "Alguns riscos de segurança só ficam evidentes com o tempo: uma única mensagem pode parecer inofensiva, mas o padrão mais amplo em uma conversa longa – ou em várias conversas – pode sugerir algo mais preocupante", disse a OpenAI. Comunicação com autoridades Denúncias a autoridades são comuns em casos identificados em redes sociais, mas não acontecem com frequência quando surgem em assistentes como o ChatGPT. Este foi apenas o terceiro caso do tipo no Brasil, disse o delegado Breno Andrade à TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo. A tendência é que o número aumente à medida que mais pessoas usam esses sistemas como blocos de notas ou como parceiros para relatar o que estão fazendo, disse Álvaro Machado Dias, da Unifesp. Mas a notificação para o FBI, e não para uma autoridade brasileira, é inadequada, disse o especialista. Segundo ele, o canal correto seria a Polícia Federal ou o Ministério da Justiça, ainda que seja possível entender a lógica da OpenAI, com sede nos Estados Unidos e contato com autoridades americanas. "O crime seria no Brasil, a vítima estava no Brasil, o suspeito estava no Brasil, e a prisão dependia do Estado brasileiro. Quem presta serviço aqui não pode tratar o Brasil como mercado consumidor e os Estados Unidos como foro natural de todo conflito", afirmou. Veja mensagens enviadas por pai ao ChatGPT enquanto planejava matar o filho de 8 anos no Espírito Santo Reprodução/PCES Ao mesmo tempo, autoridades brasileiras precisam oferecer um canal direto para receber esse tipo de alerta, o que permite agilizar a investigação, destacou. "A rapidez é decisiva porque a IA comprime a distância entre intenção, plano e execução". Para o professor, não há dúvidas de que comunicar o caso para autoridades foi a decisão correta. "As pessoas falam com o ChatGPT como quem fala com um terapeuta ou um advogado, mas a IA não é nem uma coisa nem outra, e portanto não carrega segredo profissional nenhum". Veja mensagens enviadas por pai ao ChatGPT enquanto planejava matar o filho de 8 anos Como foi a investigação O FBI, equivalente americano à Polícia Federal, encaminhou a denúncia ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que direcionou o material à Polícia Civil do Espírito Santo. As informações foram enviadas, então, à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos do Espírito Santo, que realizou a prisão em cumprimento a mandados judiciais. O delegado Ícaro Olímpio disse que o homem negou a acusação, mas foi detido com base no histórico de conversas com o ChatGPT fornecido pela OpenAI. "Nós tivemos elementos o suficiente para poder prevenir esse crime grave que estava prestes a acontecer", afirmou. "Temos convicção de que nós evitamos o que seriam atos de extrema violência".

Como a água está transformando o antigo "corredor da miséria" em Goiás "Eu ajoelhei e pedi muito a Deus para que me desse água". A frase da agricultora Júlia Pereira de Andrade resume a realidade que, durante anos, marcou a vida de milhares de famílias no Vão do Paranã, no nordeste de GO. Em um assentamento da reforma agrária em Flores de Goiás, ela passou dois anos sem água dentro da própria propriedade. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 "A gente tinha que sair para buscar água para tomar banho e fazer o uso doméstico. Foram dois anos assim. No momento em que eu consegui perfurar esse poço, que eu vi água dentro da minha chácara, para mim foi o bem maior que Deus me deu", conta. A água que um dia faltou para as necessidades mais básicas hoje irriga pés de maracujá e manga que garantem renda à família. A história de Júlia simboliza a transformação em curso numa região historicamente conhecida como "Corredor da Miséria", apelido associado aos altos índices de pobreza e às secas frequentes. Com investimentos em irrigação, assistência técnica e fruticultura, agricultores familiares do Vão do Paranã estão conseguindo produzir durante todo o ano e mudar a realidade econômica de suas propriedades. E tudo isso por causa de um projeto desenvolvido pela Condevasf (veja reportagem completa acima). Vão do Paranã, no nordeste de Goiás, antes conhecido por muitos como o "corredor da miséria", começa a colher os frutos de um investimento que leva água e tecnologia a pequenos assentamentos da reforma agrária. Globo Rural De corredor da miséria a polo de fruticultura: irrigação transforma vida de agricultores no Vão do Paranã, em Goiás Reprodução Globo Rural Do campo à geladeira: por que há tanto desperdício de alimentos, enquanto milhões passam fome no Brasil 'Não conhecia rúcula, salsa, couve': como a agricultura mudou vidas em um deserto alimentar do Brasil

O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro, a situação na maioria dos estados brasileiros segue indefinida em relação aos pré-candidatos para governo e Senado. Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina estão entre os poucos estados onde as alianças já foram confirmadas. Em São Paulo, a desistência de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão) deve levar a uma disputa inédita, que pode ser resolvida no 1° turno. Entre os partidos que têm representação na Câmara dos Deputados, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) foram confirmados como pré-candidatos ao governo de São Paulo. Alagoas, Minas Gerais, Amazonas e Espírito Santo são alguns dos estados em que os pré-candidatos ao governo não foram definidos. Há ainda indefinição dos pré-candidatos ao Senado em estados como Ceará e Paraná. Já no Acre, Roraima, Sergipe e Distrito Federal, a dúvida é sobre a pré-candidatura de alguns políticos que podem vir a ser considerados inelegíveis. Para fazer a lista dos possíveis candidatos nos estados e no Distrito Federal, o g1 considerou apenas aqueles que anunciaram publicamente a pré-candidatura. O cenário ainda pode mudar em alguns casos, a depender das convenções partidárias que acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto. Veja quais são os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado em cada estado: Acre Pré-candidatos ao governo estadual Alan Rick (Republicanos) Dr. Thor Dantas (PSB) Eudo Raffael (PCB) Mailza Assis (Progressistas) Tião Bocalom (PSDB) Pré-candidatos ao Senado Dr. Eduardo Velloso (Solidariedade) Gladson Camelí (PP) Inácio Moreira (Rede) Jorge Viana (PT) Junior Feitosa (DC) Mara Rocha (Republicanos) Márcio Bittar (PL) Sérgio Petecão (PSD) Alagoas Pré-candidatos ao governo estadual Renan Filho (MDB) Lenilda Luna (UP) Pré-candidatos ao Senado Renan Calheiros (MDB) Arthur Lira (PP) Alexandre Fleming (UP) Davi Davino Filho (Republicanos) Alfredo Gaspar (PL) Amazonas Pré-candidatos ao governo estadual Omar Aziz (PSD) David Almeida (Avante) Maria do Carmo Seffair (PL) Isael Munduruku (Rede) Pré-candidatos ao Senado Eduardo Braga (MDB) Wilson Lima (União Brasil) Plínio Valério (PSDB) Marcelo Ramos (PT) Capitão Alberto Neto (PL) Marcos Rotta (Avante) Ismael Munduruku (Rede) Chris Melchior (PSB) Amapá Pré-candidatos ao governo estadual Clécio Luis (União) Dr Furlan (PSD) Pré-candidatos ao Senado Rayssa Furlan (Podemos) Randolfe Rodrigues (PT) Teles Jr (PDT) João Alberto Capiberibe (PSB) Acácio Favacho (MDB) Alliny Serrão (União) Bahia Pré-candidatos ao governo estadual Jerônimo Rodrigues (PT) ACM Neto (União Brasil) Ronaldo Mansur (PSOL) José Estevão (DC) Pré-candidatos ao Senado Rui Costa (PT) Jaques Wagner (PT) Angelo Coronel (Republicanos) João Roma (PL) Delliana Ricelli (PSOL) Marcelo Santtana (DC) Ceará Pré-candidatos ao governo estadual Elmano de Freitas (PT) Ciro Gomes (PSDB) Eduardo Girão (Novo) Jarir Pereira (Psol) Giovanni Sampaio (PRD) Zé Batista (PSTU) Delegado Huggo Leonardo (Missão) Pré-candidatos ao Senado Capitão Wagner (União) Pastor Alcides Fernandes (PL) Priscila Costa (PL) Júnior Mano (PSB) Luizianne Lins (Rede) General Theóphilo (Novo) Anna Karina (PSOL) Professor Germano Lima (PSOL) Eunício Oliveira (MDB) Distrito Federal Pré-candidatos ao governo estadual Celina Leão (PP) José Roberto Arruda (PSD) Leandro Grass (PT) Paula Belmonte (PSDB) Ricardo Cappelli (PSB) Izalci Lucas (PL) Samara Mineiro (UP) Kiko Caputo (Novo) Pré-candidatos ao Senado Leila Barros (PDT) Michelle Bolsonaro (PL) Ibaneis Rocha (MDB) Erika Kokay (PT) Bia Kicis (PL) Sebastião Coelho (Novo) Espírito Santo Pré-candidatos ao governo estadual Ricardo Ferraço (MDB) Lorenzo Pazolini (Republicanos) Helder Salomão (PT) Breno Barcellos (Missão) Pré-candidatos ao Senado Renato Casagrande (PSB) Fabiano Contarato (PT) Maguinha Malta (PL) Manato (Republicanos) Marcos do Val (Podemos) Goiás Pré-candidatos ao governo estadual Daniel Vilela (MDB) Marconi Perillo (PSDB) Wilder Morais (PL) Adriana Accorsi (PT) Cíntia Dias (PSOL) Telêmaco Brandão (PN) Pré-candidatos ao Senado Gracinha Caiado (União) Vanderlan Cardoso (PSD) Dr. Zacharias Calil (MDB) Gustavo Gayer (PL) Delegado Humberto Teófilo (Novo) Alexandre Baldy (PP) Oséias Varão (PL) Iure Castro (Cidadania) Professor Marcelo Moreira (PSOL) Humberto Chaves (PSOL) Maranhão Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Braide (PSD) Orleans Brandão (MDB) Enilton Rodrigues (PSOL) Felipe Camarão (PT) Andre Luís (Missão) Pré-candidatos ao Senado André Fufuca (PP) Duarte Júnior (Avante) Weverton Rocha (PDT) Elizane Gama (PT) Antônia Cariongo (PSOL) Professor Franklin Douglas (PSOL) Lahésio Bonfim (NOVO) Roberto Rocha (NOVO) Hilton Gonçalo (Mobiliza) Minas Gerais Pré-candidatos ao governo estadual Mateus Simões (PSD) Alexandre Kalil (PDT) Jarbas Soares (PSB) Gabriel Azevedo (MDB) Ben Mendes (Missão) Túlio Lopes (PCB) Rafael Duda (PSTU) Maria da Consolação (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marília Campos (PT) Áurea Carolina (PSOL) Domingos Sávio (PL) Vanessa Portugal (PSTU) Carlos Viana (PSD) Marcelo Aro (PP) Mato Grosso do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Eduardo Riedel (PP) Fábio Trad (PT) João Henrique Catan (Novo) Economista Renato (DC) Jeferson Bezerra (Agir) Lucien Rezende (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Vander Loubet (PT) Soraya Thronicke (PSB) Nelsinho Trad (PSD) Capitão Contar (PL) Reinaldo Azambuja (PL) Marcos Pollon (PL) Mato Grosso Pré-candidatos ao governo estadual Alex Pucinelli (Democrata) Caiubi Kuhn (PDT) Jayme Campos (União) Marcelo Maluf (Novo) Natasha Slhessarenko (PSD) Otaviano Pivetta (Republicanos) Wellington Fagundes (PL) Rafaell Milas (Missão) Pré-candidatos ao Senado Carlos Fávaro (PSD) Mauro Mendes (União) Janaina Riva (MDB) José Medeiros (PL) Pedro Taques (PSB) Pará Pré-candidatos ao governo estadual Araceli Lemos (Psol) Cléber Rabelo (PSTU) Daniel Santos (Podemos) Hana Ghassan (MDB) Mário Couto (DC) Pré-candidatos ao Senado Celso Sabino (PDT) Chicão (União) Éder Mauro (PL) Helder Barbalho (MDB) Paulo Rocha (PT) Zequinha Marinho (Podemos) Paraíba Pré-candidatos ao governo estadual Cícero Lucena (MDB) Efraim Filho (União Brasil) Lucas Ribeiro (PP) Olímpio Rocha (PSOL) Yuri Ezequiel (UP) Pré-candidatos ao Senado André Gadelha (MDB) João Azevêdo (PSB) Major Fábio (Novo) Marcelo Queiroga (PL) Nabor Wanderley (Republicanos) Rosilene Gomes (UP) Veneziano Vital do Rêgo (MDB) Pernambuco Pré-candidatos ao governo estadual Raquel Lyra (PSD) João Campos (PSB) Renan Hallais (Missão) Ivan Moraes (PSOL) Camila Falcão (UP) Pré-candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) Humberto Costa (PT) Paulo Rubem (Rede) Túlio Gadelha (PSD) Miguel Coelho (União Brasil) Piauí Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Fonteles (PT) Joel Rodrigues (PP) Toni Rodrigues (PL) Mainha (Podemos) Lúcia Santos (PSDB) Jesus Rodrigues (Cidadania) Elizeu Aguiar (Novo) Geraldo Carvalho (PSTU) Francisco Jurity (Democracia Cristã) Santiago Belizario (UP) Lourdes Melo (PCO) Professor Gisvaldo (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Marcelo Castro (MDB) Júlio César (PSD) Ciro Nogueira (PP) Tiago Junqueira (PL) Dionísio Carvalho (DC) Evandro Marques (DC) Antonio Barros (Novo) Antonio José Lira (Avante) Jorge Lopes (PSDB) Ravenna Castro (Democrata) Pedro Laurentino (UP) Francinaldo Leão (PSOL) Kátia Picolé (Agir) Major Paulo Roberto (Mobiliza) Paraná Pré-candidatos ao governo estadual Rafael Greca (MDB) Sergio Moro (PL) Luiz França (Missão) Requião Filho (PDT) Tony Garcia (DC) Samuel Mattos (PSTU) Sandro Alex (PSD) Pré-candidatos ao Senado Álvaro Dias (MDB) Alexandre Curi (Republicanos) Deltan Dallagnol (NOVO) Luiz Carlos Hauly (Podemos) Filipe Barros (PL) Gleisi Hoffmann (PT) Rio de Janeiro Pré-candidatos ao governo estadual André Marinho (Novo) André Português (Republicanos) Anthony Garotinho (Republicanos) Bombeiro Rafa (Missão) Cyro Garcia (PSTU) Douglas Ruas (PL) Eduardo Paes (PSD) Juliete Pantoja (UP) Luan Monteiro (PCO) Wiliam Siri (PSOL) Wilson Witzel (Democratas) Pré-candidatos ao Senado Benedita da Silva (PT) Marcelo Crivella (Republicanos) Márcio Canella (União) Miro Teixeira (PDT) Mônica Benício (PSOL) Pedro Paulo (PSD) Hélio Secco (Missão) Marcos Dias (Podemos) Aroldo Medina (Missão) Rio Grande do Norte Pré-candidatos ao governo estadual Allyson Bezerra (União Brasil) Álvaro Dias (PL) Cadu Xavier (PT) Francisco Dias (UP) Robério Paulino (PSOL) Dário Barbosa (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Coronel Hélio (PL) Styvenson Valentim (Podemos) Rafael Motta (PDT) Samanda Alves (PT) Sandro Pimentel (PSOL) Sônia Godeiro (PSOL) Oswaldo Negrão (PCdoB) Zenaide Maia (PSD) Rondônia Pré-candidatos ao governo estadual Adailton Fúria (PSD) Expedito Netto (PT) Hildon Chaves (União Brasil) Luiz Carlos Teodoro (PSOL) Marcos Rogério (PL) Samuel Costa (PSB) Pré-candidatos ao Senado Acir Gurgacz (PDT) Anandreia Trovó (PSOL) Bruno Scheid (PL) Luciana Oliveira (PT) Luís Fernando (PSD) Fernando Máximo (União Brasil) Mariana Carvalho (Republicanos) Neidinha Suruí (PSB) Nilton Souza (PSDB) Rosângela Cipriano (PSD) Sílvia Cristina (PP) Engenheiro Thulio (Missão) Roraima Pré-candidatos ao governo estadual Edilson Damião (União Brasil) Arthur Henrique (PL) Soldado Sampaio (Republicanos) Antonia Pedrosa (PT) Paulo Cesar Quartiero (DC) Pré-candidatos ao Senado Teresa Surita (MDB) Nicoletti (PL) Denarium (Republicanos) Bartô Macuxi (PSOL) Helena Lima (PSD) Mauro Asato (Democrata) Rio Grande do Sul Pré-candidatos ao governo estadual Evandro Augusto (Missão) Gabriel Souza (MDB) Juliana Brizola (PDT) Luciano Zucco (PL) Marcelo Maranata (PSDB) Priscila Voigt (UP) Rejane Oliveira (PSTU) Pré-candidatos ao Senado Frederico Antunes (PSD) Germano Rigotto (MDB) Manuela D’ávila (PSOL) Marcel van Hattem (Novo) Milton Cardoso (PSDB) Paulo Pimenta (PT) Renato Jaguarão (Cidadania) Ubiratan Sanderson (PL) Santa Catarina Pré-candidatos ao governo estadual Gelson Merísio (PSB) João Rodrigues (PSD) Jorginho Mello (PL) Laís Chaud (Unidade Popular) Marcelo Brigadeiro (Missão) Ralf Zimmer (PRD) Pré-candidatos ao Senado Afrânio Boppré (PSOL) Antídio Lunelli (MDB) Carlos Bolsonaro (PL) Carol de Toni (PL) Décio Lima (PT) Esperidião Amin (PP) Jeferson Rocha (PRD) Sergipe Pré-candidatos ao governo estadual Fábio Mitidieri (PSD) Valmir de Francisquinho (Republicanos) Ricardo Marques (PL) Emanuel Cacho (PSDB) Dr. Helton Monteiro (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alessandro Vieira (MDB) Rogério Carvalho (PT) Delegado André David (Republicanos) Eduardo Amorim (Republicanos) Adailton Sousa (Podemos) André Moura (União Brasil) Edvaldo Nogueira (PDT) Rodrigo Valadares (PL) Coronel Rocha (PL) Iran Barbosa (PSOL) São Paulo Pré-candidatos ao governo estadual Tarcísio de Freitas (Republicanos) Fernando Haddad (PT) Pré-candidatos ao Senado Simone Tebet (PSB) Márcio França (PSB) Marina Silva (Rede) Guilherme Derrite (PP) André do Prado (PL) Ricardo Salles (Novo) Pablo Marçal (União Brasil) Tocantins Pré-candidatos ao governo estadual Ataídes Oliveira (Novo) Amélio Cayres (Republicanos) Laurez Moreira (PSD) Professora Dorinha (União Brasil) Vicentinho Junior (PSDB) Witer Naves (PSOL) Pré-candidatos ao Senado Alexandre Guimarães (MDB) Carlos Gaguim (União Brasil) Eduardo Gomes (PL) Irajá Abreu (PSD) Fábio Ribeiro (Rede) Eli Borges (Republicanos) Mauro Carlesse (PSD) Vanderlei Luxemburgo (Podemos) Ronaldo Dimas (Podemos) Paulo Mourão (PT) Urna eletrônica exibida em evento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), no Rio Tânia Rêgo/Agência Brasil Indefinição nos estados Alagoas é um dos estados onde um dos principais nomes segue indefinido. João Henrique Caldas (PSDB), o JHC, deixou o cargo de prefeito de Maceió para concorrer às eleições, mas não confirmou se será candidato ao governo. Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) também é cotado, mas não confirmou a pré-candidatura. No Piauí, Mainha (Podemos), Lúcia Santos (PSDB) e Jesus Rodrigues (Cidadania) lançaram seus nomes, mas devem fechar uma chapa única a depender do resultado das pesquisas. Já no Mato Grosso, Jayme Campos (União) demonstrou interesse em disputar o governo, mas não teve sua candidatura confirmada pelo partido. No Amazonas, o campo da situação segue indefinido. O grupo governista, liderado pelo ex-governador Wilson Lima (União Brasil), pré-candidato ao Senado, não confirmou se o atual governador Roberto Cidade (União Brasil) tentará a reeleição. Já no Espírito Santo, o único pré-candidato oficialmente declarado é Ricardo Ferraço. Os demais falam em disputar o cargo, mas não bateram martelo. O mesmo acontece na disputa para o Senado. O único nome confirmado é Renato Casagrande (PSB). No Ceará, a principal indefinição é sobre quem serão os candidatos ao Senado, tanto pela chap da situação como da oposição. Já no Maranhão, o nome da deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB) tem aparecido com destaque nas pesquisas eleitorais, mas ela ainda não oficializou a pré-candidatura. Instabilidade jurídica No Distrito Federal, uma das principais dúvidas é se o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) poderá se candidatar ao governo ou se segue barrado pela Lei Ficha Limpa. Situação semelhante acontece em Sergipe, em relação à candidatura de Valmir de Francisquinho. Francisquinho havia perdido os direitos políticos em 2024, após condenação por improbidade administrativa enquanto era prefeito de Itabaiana. Em janeiro de 2026, conseguiu uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendendo a condenação. O cenário, contudo, pode mudar até as eleições. A situação jurídica também é instável para Denarium (Republicanos), pré-candidato ao Senado em Roraima. Ele foi declarado inelegível por 8 anos em abril, mas deve recorrer da decisão. Já no Acre, o ex-governador Gladson Camelí (PP), pré-candidato ao Senado, está recorrendo de uma condenação do STJ em maio. LEIA MAIS SOBRE 100 DIAS PARA AS ELEIÇÕES 2026: Disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, sombra do caso Master e desafio da inteligência artificial no TSE: o cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Eleitores independentes estão na mira dos presidenciáveis Uso de IA e propaganda antecipada geram enxurrada de ações no TSE Saiba quem são os pré-candidatos à Presidência da República Confira as principais datas do calendário eleitoral 2026 Colaboraram com essa reportagem: Victor Lebre, Jadson Lima, Iamany Santos, João Souza, Rafaela Paixão, Rafaelle Fróes, Rafaela Mansur, Loraine França, Arielly Barth, Taymã Carneiro, Jhonathan Oliveira, Pedro Alves, Douglas Maia, Amanda Oliveira, Diego Nuñez, John Pacheco, Letícia Dauer, Patrício Reis, Valéria Oliveira e Philipe Santos.

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Caiado e Zema Divulgação e reprodução Faltando 100 dias para o 1º turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, a corrida pelo Palácio do Planalto reúne 13 nomes anunciados como pré-candidatos à Presidência da República. As candidaturas ainda dependem das convenções partidárias e do registro na Justiça Eleitoral, em agosto. Veja quem são os pré-candidatos até esta sexta-feira (26): Lula (PT) Flávio Bolsonaro (PL) Renan Santos (Missão) Ronaldo Caiado (PSD) Romeu Zema (Novo) Augusto Cury (Avante) Joaquim Barbosa (DC) Hertz Dias (PSTU) Samara Martins (UP) Cabo Daciolo (Mobiliza) Edmilson Costa (PCB) Heró Bezerra (PRTB) Rui Costa Pimenta (PCO) O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) lideram as pesquisas de intenção de voto. De acordo com a última pesquisa Quaest divulgada em 10 de junho, Lula possui 39% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio 29%. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp A pesquisa também apontou que, em um segundo turno entre os dois, Lula lidera com 44% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro aparece com 38%. O cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Veja mais detalhes sobre todos os pré-candidatos. Lula Presidente Lula em discurso Washington Costa/Ministério da Fazenda O atual presidente vai tentar o seu quarto mandato, algo inédito na história do país. Será a sétima eleição presidencial de Lula. Quando venceu Jair Bolsonaro, em 2022, o petista disse que não tentaria um novo mandato se fosse eleito. Aos poucos, foi mudando o discurso. Disse que poderia ser candidato se estivesse com boa saúde. Em outubro de 2025, afirmou que disputaria a eleição para defender os programas sociais do governo. Lula completará 81 anos em outubro e será o candidato mais velho a disputar uma eleição presidencial no Brasil. As pesquisas mais recentes o apontam na liderança das intenções de voto para o primeiro turno e também à frente no cenário mais provável de segundo turno, com 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Nas últimas semanas, Lula teve um de seus principais aliados, o senador Jaques Wagner (PT-BA), ser alvo de investigações do Caso Master, causando pressão sobre o Planalto. Em meio à crise, o petista deixou a liderança do governo no Senado. A Polícia Federal apura a compra de um apartamento de luxo em Salvador e repasses de R$ 3,5 milhões em nome de familiares do senador. Flávio Bolsonaro O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou propostas para a segurança pública durante evento em São Paulo Theo Daolio/Modusfocus/Estadão Conteúdo O senador anunciou em dezembro de 2025 que foi escolhido pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o candidato. A decisão frustrou outros nomes que esperavam contar com a bênção do ex-presidente, especialmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As pesquisas eleitorais divulgadas desde então mostram a consolidação de Flávio Bolsonaro como principal nome da oposição. Ele está em segundo lugar em todos os cenários de primeiro e segundo turno. Nesta semana, ele foi alvo de mais uma crise envolvendo a família, após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgar um vídeo em que afirma ter sido humilhada por Flávio e justifica a decisão de não declarar apoio à candidatura dele. Flávio negou ter maltratado Michelle e pediu desculpas. Recentemente, o senador também foi envolvido no Caso Master, após a revelação de diálogos com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso em investigação, nos quais pedia recursos para a produção do filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Vorcaro fez um repasse de R$ 61 milhões. Ronaldo Caiado O governador de Goiás e pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD) Eduardo F. S Lima/Estadão Conteúdo O ex-governador de Goiás trocou de partido em março de 2026, deixando o União Brasil e indo para o PSD. Com a desistência de Ratinho Júnior, governador do Paraná, superou Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e foi o escolhido de Gilberto Kassab, presidente do partido. Caiado tem 76 anos e era governador de Goiás desde 2019. Também foi senador e deputado federal e disputou a presidência uma vez, em 1989. Terminou em 10º lugar. Tem 3% das intenções de voto nas pesquisas mais recentes. Ao anunciar sua candidatura, apresentou-se como uma alternativa à polarização entre Lula e a família Bolsonaro, mas defendeu a anistia ao ex-presidente e aos demais condenados pela tentativa de golpe. Romeu Zema O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO O ex-governador de Minas Gerais renunciou ao mandato em abril e é candidato pelo Novo. Ele anunciou ainda em 2025 que seria candidato. Empresário, era novato na política quando chegou ao governo do estado mineiro, em 2018. Venceu logo na primeira eleição, ao derrotar Antonio Anastasia, do PSDB, no segundo turno, com mais de 70% dos votos. Em 2022, foi reeleito em primeiro turno. Aos 61 anos, tenta agora dar um passo maior de olho no Palácio do Planalto. Na pesquisa Quaest de junho, registra entre 2% das intenções de voto. Renan Santos Renan Santos, pré-candidato do Missão à Presidência da República Reprodução Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos é pré-candidato à Presidência pelo Missão, partido que ele dirige e que reúne integrantes do grupo militante surgido após os protestos de junho de 2013. O Missão é o partido mais recente nos registros do TSE, criado em novembro do ano de 2025. Renan Santos tem 42 anos e disputará sua primeira eleição. A pesquisa Quaest mais divulgada em 10 de junho, aponta que ele tem 3% das intenções de voto. Cabo Daciolo Cabo Daciolo é pré-candidato à presidência pelo partido Mobiliza Divulgação/Partido Solidariedade O ex-deputado federal Cabo Daciolo anunciou a pré-candidatura em abril pelo partido Mobiliza, que se chamava PMN. Antes, havia dito que tentaria uma vaga no Senado. Ele disputou a presidência em 2018 pelo Patriota e ficou em 6º lugar, com cerca de 1,3 milhão de votos. Naquele ano, o candidato se notabilizou pelo bordão "Glória a Deus" e pelas falas de teor religioso nos debates. Daciolo ganhou notoriedade em 2011, quando liderou uma greve de bombeiros no Rio de Janeiro. Augusto Cury Pré-candidato Augusto Cury (Avante) Adriano Fernandes O psiquiatra Augusto Cury, de 67 anos, é um escritor de best-sellers nas áreas de saúde mental e autoajuda. Segundo informações publicadas em seu site, vendeu mais de 42 milhões de livros em mais de 70 países. "Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos", disse ele ao anunciar a pré-candidatura pelo Avante. O partido afirmou que, ao escolher Cury, "se posiciona como protagonista na construção de um novo caminho para o país". Joaquim Barbosa Joaquim Barbosa se filia ao Democracia Cristã e se torna aposta da legenda para o Planalto Ed Ferreira/Estadão Conteúdo O partido Democracia Cristã (DC) anunciou a pré-candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa em maio. Nomeado para uma vaga no Supremo em 2003, durante o primeiro mandato do presidente Lula (PT), permaneceu no cargo até 2014, quando resolveu antecipar sua aposentadoria. Em 2018, ele foi cotado como um dos nomes da disputa presidencial, mas acabou desistindo. Hertz Dias Hertz Dias será candidato a governador do Maranhão pelo PSTU Matheus Soares/Grupo Mirante O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou a pré-candidatura de Hertz Dias. Ele é professor de história da rede pública municipal e estadual de São Luís (MA). Foi candidato ao governo do Maranhão em 2022 e teve 0,15% dos votos (5.191 votos). Samara Martins UP lança pré-candidatura de Samara Martins para presidente Reprodução/Fantástico O nome de Samara Martins foi aprovado por unanimidade, de acordo com comunicado divulgado pelo partido Unidade Popular (UP). Em 2022, ela foi candidata a vice-presidente na chapa de Leonardo Péricles. Juntos, obtiveram 53.519 votos no primeiro turno, o equivalente a 0,05% do total. Samara é dentista e trabalha no Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Norte. Edmilson Costa Edmilson Costa é pré-candidato à presidência pelo PCB Divulgação/PCB O Partido Comunista Brasileiro (PCB) lançou a pré-candidatura de Edmilson Costa, doutor em Economia pela Unicamp, com pós-doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da mesma universidade. É autor do livro "Reflexões sobre a crise brasileira". Heró Bezerra Heró Bezerra foi escolhido pelo PRTB como pré-candidato à presidência da República em 2026 Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi Heró Bezerra é um político do Rio Grande do Norte que já foi candidato ao governo do estado em 2018 e à prefeitura de Natal, em 2024. Presidente regional do partido e bispo evangélico, sua trajetória política no estado inclui candidaturas para vereador, prefeito e governador. Rui Costa Pimenta Rui Costa Pimenta, presidente do PCO, durante entrevista na campanha eleitoral de 2014 Reprodução O Partido da Causa Operária (PCO) lançou a pré-candidatura de Rui Costa Pimenta. Ele participou da fundação do PT e já foi diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Grande São Paulo. Em 1992, deixou o PT. Pimenta é um dos fundadores do PCO, legenda da qual é presidente, e já disputou os cargos de deputado federal, prefeito de São Paulo e presidente da República. Pré-candidatura indefinida Apesar de aparecer nas pesquisas de intenção de voto, o deputado federal e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves ainda não anunciou oficialmente sua pré-candidatura após ser convidado pelo Cidadania e pelo PSDB para disputar a Presidência da República. LEIA MAIS SOBRE 100 DIAS PARA AS ELEIÇÕES 2026: Disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, sombra do caso Master e desafio da inteligência artificial no TSE: o cenário eleitoral a 100 dias do 1º turno Eleitores independentes estão na mira dos presidenciáveis Uso de IA e propaganda antecipada geram enxurrada de ações no TSE Veja pré-candidatos a governo e Senado em 26 estados e no DF Confira as principais datas do calendário eleitoral 2026
Fonte: Monitoramento de Mídia (SapiensLabs). Atualização: Tempo real.
Tocantins tem cobertura de 17,5% em escolaridade superior, deixando um déficit estimado de 82,5%.